Condenados por participação em quadrilha de contrabando de cigarros têm casos arquivados

Ângelo Guimarães Ballerini e Valdenir Pereira dos condenados a mais de 50 anos por envolvimento acusados de participar de uma quadrilha especializada em contrabando de cigarros do , tiveram seus casos arquivados pelo Tribunal Regional Federal da 3ª Região.

Os dois, além de José Carlos Guimarães Ballerini foram postos em liberdade no ano passado pelo ministro Marco Aurélio do STF (Supremo Tribunal Federal). Porém, em março deste ano, o juiz federal de Naviraí, Ricardo William Carvalho dos Santos, no último dia 21, foi de 50 anos e dois meses, em regime fechado, pelo contrabando de cigarro cometido 14 vezes.

Operação Teçá

Em agosto do ano passado , a Polícia Federal deflagrou a denominada Operação Teçá, após expedição de 40 mandados de prisão preventiva e mais de 30 mandados de busca e apreensão. Um (Policial Rodoviário Federal) também foi preso na oportunidade, suspeito de facilitar a passagem de carga de cigarros da referida Organização Criminosa.

No estado, mandados foram cumpridos em Eldorado, Mundo Novo, Japorã, Amambai, Iguatemi, São Gabriel do Oeste e Rio Brilhante. O restante teve alvos em Maringá e Umuarama, no interior do Paraná, e em Mossoró (RN). As investigações, que começaram em 2018, apontaram que a quadrilha tinha núcleo no estado e enviava contrabando, principalmente de cigarros fabricados no , para outras localidades do País.

De acordo com a Polícia Federal, durante as apurações, foram apreendidos R$ 144 milhões em contrabando, 155 veículos usados para transportar os cigarros ilegais e 75 pessoas foram presas. A maior apreensão feita foi em Ivinhema, em junho de 2018, quando 11 carretas carregadas de cigarros foram apreendidas, tendo sido presos 09 motoristas em flagrante. Contabilizou-se, na ocasião, 1 milhão de maços de cigarros, avaliados, juntamente dos veículos apreendidos, em R$ 10 milhões.

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