Cliente que deu tapa em funcionário de fast-food não faz curso de formação da Polícia Civil

Ele afirmou que estava prestando concurso e teria "sogro influente"

A emitiu nota nesta segunda-feira (9) informando que o cliente que causou confusão em uma loja de fast-food, localizada na , não está matriculado no curso de formação da instituição. O homem, de 27 anos, agrediu um funcionário do local com um tapa no rosto e disse que seu sogro era influente e, por isso, não responderia processo.

A confusão aconteceu na noite de domingo (8), por volta das 23h30. Além de bater no rosto do funcionário, o homem ainda perturbou outros clientes que estavam na fila aguardando retirarem os pedidos ou fazerem o pagamento. O segurança da lanchonete acionou a Guarda Civil Metropolitana.

Ao chegarem no local, os guardas foram desacatados pelo autor, que, aos berros, disse que não eram policiais, e por isso não poderiam fazer nada contra ele. Ao solicitarem os documentos do rapaz, ele se negou a fornecer e afirmou que estava prestando concurso para a polícia civil e que seu sogro era “influente”.

Levado para a delegacia, o homem continuou a discussão por lá. Ele disse a um dos policiais que estava recebendo a ocorrência que ele seria seu chefe e que o policial iria ter de obedecê-lo. Ainda descontrolado, o autor afirmou ser lutador de jiu-jitsu e que poderia colocar o guarda municipal para ‘dormir’ ou ensinar ele.

Confira a nota na íntegra:

A informa que o indivíduo envolvido em uma confusão na noite deste domingo (08), que teria desferido um tapa no rosto de um funcionário em uma lanchonete fast-food no , diferente do que afirmou no boletim de ocorrência, não é aluno matriculado do curso de formação da e não possui nenhum vínculo com a instituição.

Cliente que deu tapa em funcionário de fast-food não faz curso de formação da Polícia Civil
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