Polícia

Briga no trânsito que terminou com vendedor assassinado a facadas completa dois anos

Uma briga no trânsito que terminou no assassinato do vendedor Camilo de Freitas de 28 anos, em maio de 2018, completou dois anos e mesmo com a condenação pela Justiça da cabeleireira Joice Espíndola, muitos familiares de Camilo ficaram revoltados com o resultado. Joice foi a julgamento em agosto de 2019, exatamente 1 ano e […]

Thatiana Melo Publicado em 12/05/2020, às 07h00

Camilo foi assassinado com uma facada no peito (Arquivo)
Camilo foi assassinado com uma facada no peito (Arquivo) - Camilo foi assassinado com uma facada no peito (Arquivo)

Uma briga no trânsito que terminou no assassinato do vendedor Camilo de Freitas de 28 anos, em maio de 2018, completou dois anos e mesmo com a condenação pela Justiça da cabeleireira Joice Espíndola, muitos familiares de Camilo ficaram revoltados com o resultado.

Joice foi a julgamento em agosto de 2019, exatamente 1 ano e 3 meses após o crime depois de horas de julgamento ela acabou condenada a 7 anos de prisão indo para o regime semiaberto, o que deixou a família do vendedor revoltada. Durante todo o processo em que Joice esteve presa, a defesa tentou a sua liberdade com alegações de que tinha filhos que precisam de seus cuidados.

Mas, em todas a tentativas de prisão domiciliar acabaram sendo negadas pela Justiça, e a cabeleireira continuou presa até o julgamento que aconteceu no dia 21 de agosto de 2019. O promotor de Justiça havia pedido na época condenação de 12 anos para o crime. Ela cumpre a sentença em regime semiaberto com uso de tornozeleira.

Camilo foi morto com facadas no peito quando no dia 20 de maio parou seu carro, em uma avenida em Três Lagoas, a 338 quilômetros de Campo Grande, e passou a discutir com a esposa. A cabeleireira que passava pelo local na companhia dos filhos teria parado seu carro e apossado a discutir com Camilo dando uma facada no seu peito. Ele morreu no local antes mesmo de ser socorrido.

A esposa de Camilo entrou na Justiça contra Joice pedindo R$ 1 milhão de indenização pela morte do marido, em uma ação por danos morais e materiais que corre em segredo de Justiça. A ação de indenização ainda não foi julgada.

Jornal Midiamax