Baleado na Máxima teria pago R$ 500 para adolescente jogar droga em presídio

Contrato teria sido intermediado por grupo nas redes sociais

O garoto de 16 anos que foi apreendido nesta quarta-feira (28) junto de um rapaz de 21 aos conhecido como ‘Pintado’ para fazer o arremesso de drogas por cima dos muros do Presídio de Segurança de Campo Grande, disse que foi contratado pelo Facebook.

Ele contou que faz parte de um grupo dentro da rede social denominada ‘Pânico Maconheiro” em que vivem fazendo ofertas de ‘corres’ e serviços para movimentar o tráfico de drogas, e que um desses membros ofereceu R$ 500 para ele fazer o arremesso de maconha, celular e um carregador por cima dos muros da .

O garoto, então, foi até a casa nos fundos do presídio onde encontrou com ‘Pintado’ que passou para ele a mochila que seria arremessada, mas o adolescente não teve força suficiente e o material acabou batendo no poste fazendo barulho e chamando a atenção dos policiais que faziam a guarda na muralha.

Ele ainda contou que tentou fugir, mas acabou alcançado e ‘Pintado’ ferido a tiros por um dos policiais em cima da muralha. O garoto disse que tentava levantar ‘uma grana’.

Uma casa abandonada na rua Bananal, que fica atrás do presídio da Máxima estava sendo usada para esconder drogas e celulares que seriam arremessados para dentro da penitenciária, sendo que nesta quarta (28), um agente flagrou o momento em que o rapaz, que estava junto de um adolescente de 16 anos, tentava fazer o arremesso de uma ‘encomenda’.

Foi dada ordem de parada aos dois, mas quando o agente percebeu que ele iria tentar fugir foi feito um disparo de cima da torre da Máxima contra o rapaz atingindo seu braço. Reforço policial foi acionado, assim como, equipes do Corpo de Bombeiros e Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) para fazer o socorro do rapaz ferido.

Baleado na Máxima teria pago R$ 500 para adolescente jogar droga em presídio
Mais notícias