Há 3 anos, mecânico era condenado por furtar carro do Detran e matar atual de ex atropelado

Antigo patrão de Max Willian entrou na Justiça por perdas e danos, no ano passado pedindo o ressarcimento de R$ 22 mil pelos prejuízos

Ainda cumprindo pela no Centro de Triagem do Jardim Noroeste, em Campo Grande, Max Willian Romana dos Santos, que foi condenado a 20 anos de prisão em regime fechado pelo assassinato de Rafael Souza, de 25 anos e agora enfrenta mais um processo. O seu antigo patrão, dono da oficina onde trabalhava, entrou com pedido em dezembro do ano passado por perdas e danos depois do crime em que o mecânico cometeu. Ele furtou um veículo oficial do Detran-MS para assassinar Rafael.

Max Willian responde um processo por perdas e danos no valor R$ 22 mil devido aos inúmeros contratos que o dono da oficina teria perdido, por causa da repercussão do caso na época. O crime aconteceu no dia 31 de julho de 2016, no bairro Mata do Jacinto e o mecânico foi a julgamento em junho de 2017, há 3 anos, quando foi sentenciado a 20 anos de prisão pelo crime.

Na época, Max estava separado de sua ex-namorada e teria visto o casal em uma motocicleta, quando teria furtado o carro oficial do Detran e derrubado o casal da moto. Após derrubar os dois, o mecânico ainda deu marcha ré e passou por cima de Rafael por mais de uma vez.

Há 3 anos, mecânico era condenado por furtar carro do Detran e matar atual de ex atropelado
O carro do Detran estava na oficina passando por (Arquivo)

Depois do crime, Max Willian fugiu e ido até uma lan house para acessar jornais locais e ler se o crime teria sido noticiado. Logo após, foi até a casa de um irmão, que mora no Jardim Noroeste para se esconder. Ele ainda teria ficado escondido até se entregar em um matagal.

No dia 21 de junho de 2017, por maioria dos votos do Conselho de Sentença, Max Willian Romana dos Santos acusado da morte de Rafael Souza, de 25 anos, e tentativa de assassinato da ex-namorada foi condenado a 20 anos e 8 meses de prisão.

Max foi condenado por homicídio qualificado e tentativa de homicídio qualificado. O motivo torpe com recurso que dificultou a defesa da vítima foi reconhecido pelos jurados e, a princípio, foi condenado a 32 anos, somando as duas sentenças. Na segunda fase, pela confissão, os jurados reduziram seis meses de reclusão para cada crime e na terceira fase, pela tentativa de homicídio da ex, houve redução de 1/3 (um terço), pois só houve a morte de Rafael.

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