Omertà: Policial civil preso não teria envolvimento com organização criminosa

Policial responderá por tráfico de drogas e posse das munições estrangeiras

Mesmo preso durante cumprimento de mandados da operação Omertà, o escrivão da Polícia Civil de Mato Grosso do Sul, Rafael Grandine Salles, não teria envolvimento com a organização criminosa suspeita de homicídios em Campo Grande, de acordo com levantamentos feitos na investigação policial. Rafael foi preso após policiais flagrarem cocaína e munições em seu quarto.

Informações apuradas pelo Jornal Midiamax são de que estava sendo cumprido, na manhã desta sexta-feira (22), mandado de busca e apreensão em Ponta Porã, na casa onde moravam Rafael Grandine, Frederico Maldonado Arruda e Elvis Elir Camargo Lima, estes dois últimos já presos na deflagração da Omertà.

Em um quarto, que seria o de Rafael, a polícia encontrou uma porção de cocaína – que pesou pouco mais de 44 gramas – também munições estrangeiras. Ele responderá pelo crime de tráfico de drogas e pela posse ilegal das munições.

Mesmo atuando em Ponta Porã como policial civil, Rafael foi preso por equipes do Garras (Delegacia Especializada de Repressão a Roubos a Banco, Assaltos e Sequestros) e Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado), em uma casa na cidade de Terenos, a 28 quilômetros de Campo Grande.

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