Morta pelo PCC filmava abuso sexual de criança e mandava vídeo para marido na cadeia

Érica foi assassinada com mais de 40 facadas em tribunal do crime da facção criminosa

O assassinato de Érica Rodrigues Ribeiro, 29 anos, encontrada morta na cidade de Três Lagoas, a 338 quilômetros de Campo Grande, assassinada com 40 facadas, vítima do ‘tribunal do crime’ do PCC (Primeiro Comando da Capital) teria acontecido após a descoberta que ela abusava sexualmente de uma criança e mandava os vídeos que fazia para o marido, que estava preso.

Na Operação Halloween deflagrada nesta quinta-feira (30) pela Polícia Civil da cidade, o tio da criança que foi abusada a avó da menina 50 anos, que teria sido cúmplice no assassinato de Érica foram presos e levados para a delegacia. A criança teria sido abusada por aproximadamente 1 ano.

Segundo informações passadas pelo delegado Roberto Guimarães ao site JP News, o tio da menina que cumpria pena no semiaberto por tráfico de drogas soube dos abusos e arquitetou o assassinato de Érica. Os integrantes da facção, então, teriam armado o julgamento da vítima, no tribunal do crime do PCC.

A operação cumpriu 19 mandados de prisão e 10 de busca e apreensão em cinco cidades do Estado, Três Lagoas, Nova Andradina, Campo Grande, Água Clara e Bataguassu.

Érica Rodrigues Ribeiro, 29 anos, foi encontrada morta na cidade de Três Lagoas, assassinada com 40 facadas, vítima do chamado ‘tribunal do crime’. O corpo da jovem foi encontrado na Cascalhadeira, às margens do rio Sucuriú, no dia 3 de setembro.

Na época, quatro acusados pelo crime foram detidos e tiveram as prisões decretadas pela 1ª Vara Criminal local. Entre os presos estavam uma mulher de 31 anos e dois homens, ambos de 22 anos de idade. No dia 8 de setembro, no interior paulista Adelice Aparecida Queiroz Honorato de 42 anos, conhecida como ‘Viúva Negra’, acusada do assassinato de Erica foi presa.

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