Laudos apontam que mulher não foi estuprada antes de ser morta por ex em condomínio

Suspeito do assassinato prometeu se entregar à polícia

Laudos preliminares sobre a morte de Erica Aguilar de 39 anos, assassinada em um condomínio, no bairro Campo Nobre, em Campo Grande, apontam que ela não teria sido estuprada antes de ser assassinada pelo ex, na madrugada de terça-feira (11).

A delegada que cuida do caso Jeniffer Estevam disse que os laudos preliminares não apontam violência sexual, e que Erica foi morta por asfixia, por esganadura. O suspeito pela morte dela prometeu se entregar a polícia depois que seu advogado negociar a sua apresentação as autoridades.

O suspeito teria dito a seu advogado, Amilton Ferreira que não havia estuprado Erica, e que o assassinato aconteceu após uma briga em que ele se descontrolou. O advogado disse que seu cliente entrou em contato e decidiu se entregar. “Antes vou negociar com a delegada uma forma segura para ele se entregar”, comentou. Ainda não há data para a apresentação. A família do suspeito não sabia dessa relação extraconjugal, segundo o advogado.

O suspeito estava em condicional depois de cumprir 8 anos de pena, dos 25 anos a que foi condenado pelos crimes de furto, homicídio e roubo.

O crime

Uma mulher de 39 anos foi assassinada e também terá sido estuprada, na madrugada de terça-feira (11), em um residencial no Jardim Nobre. A filha da vítima teria presenciado o crime. O homem ainda teria tentado estrangular a menina antes de fugir.

A mulher teria sido assassinada por estrangulamento. Equipes do 10º Batalhão da Polícia Militar, equipe do Jóquei Clube, foram acionadas para ir até o local, onde encontraram a mulher já sem vida.

O autor do crime ainda teria tentado estrangular a filha da vítima, que conseguiu fugir.

 

 

 

 

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