Após atraso por problemas no voo, Jamil Name é levado para Mossoró

Nesta terça-feira (29) Jamil Name Filho iria ser transferido, mas por problemas no voo teve a transferência suspensa

Foi transferido durante a madrugada desta quarta-feira (30) do Presídio Federal de Campo Grande para o Presídio Federal de Mossoró, o empresário Jamil Name. Nesta terça-feira (29), o filho do empresário, Jamil Name Filho teve a transferência suspensa após problemas no voo.

O empresário deixou a Capital por volta das 2 horas da madrugada desta quarta (30), em um voo que seguiria para Campinas e de lá para o Rio Grande do Norte, onde Jamil deve ocupar uma das celas do presídio federal.

Nesta terça-feira (29) foi suspensa a transferência de Jamil Name Filho após problemas técnicos no voo comercial. Não há data para que Jamilzinho, como é conhecido, seja transferido para Mossoró. Ele ainda ocupa uma cela do presídio federal de Campo Grande junto dos policiais civis Marcio Cavalcanti da Silva, conhecido como ‘Corno’ e o policial civil aposentado Vladenilson Daniel Olmedo, o ‘Vlade’.

Tentamos entrar em contato com o advogado de Jamil Name, Renê Siufi, mas ele não atendeu às ligações e nem respondeu as mensagens.

No dia 25 deste mês, a juíza May Melke Amaral Penteado Siravegna, da 4ª Vara Criminal de Campo Grande, negou pedido de prisão domiciliar a Jamil Name, sendo está a quinta tentativa da defesa para que o empresário deixe o presídio que é negada.

O pedido foi feito em 17 de outubro pela defesa do réu, alegando novamente idade avançada de Jamil Name e também problemas de saúde. Foram anexados ao processo laudos médicos na tentativa de comprovar um estado de saúde fragilizado.

Omertà

O Garras (Delegacia Especializada de Repressão a Roubos a Banco, Assaltos e Sequestros) e o Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado), com apoio dos Batalhões de Choque e o Bope (Batalhão de Operações Especiais) da Polícia Militar, cumpriram mandados de prisão preventiva, prisão temporária e 21 mandados de busca e apreensão, nas cidades de Campo Grande e Bonito.

A ação levou a prisão de policiais civis, guardas municipais, policial federal e até militar do Exército, suspeitos de integrarem uma organização criminosa voltada à prática dos crimes de milícia armada, porte ilegal de armas de fogo de uso restrito, homicídio, corrupção ativa e passiva, entre outros crimes.

As investigações do Gaeco tiveram início em abril deste ano, com o objetivo de apoiar as investigações dos homicídios de Ilson Martins Figueiredo, Orlando da Silva Fernandes e Matheus Coutinho Xavier, conduzidas pelo Garras.

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