Golpista pagou R$ 300 por documentos falsos com nome de major morto em Bonito

Não soube dizer quem seria o homem que falsificava documentos

Ezio Miranda Fernandes de 52 anos, preso por usar documentos falsos em nome do major do Exército, Paulo Setterval, assassinado a facadas em Bonito, disse em depoimento que comprou o RG falsificado por R$ 300.

Ainda segundo o depoimento de Ezio, ele teria ficado sabendo há aproximadamente 1 mês que uma pessoa no bairro estava vendendo documentos falsos, então, teria ido até a casa da pessoa e comprado o documento pelo valor de R$ 300.

Para a polícia, ele disse não saber o endereço exato do homem, apenas, que sabia chegar ao local. Ezio seria instalador de ar-condicionado e teria uma renda mensal de R$ 3.500. Segundo Ezio a intenção dele era obter lucro comprando objetos com o documento falso e revendendo. O homem que teria vendido a ele o RG seria forte, baixo, moreno, cabelos curtos e teria aproximadamente 30 anos.

Já Wallyson negou aos policiais que estaria envolvido no crime, e que teria apenas ganhado de seu irmão uma televisão – o aparelho foi comprado por Ezio com o documento falso. Jallyson também negou envolvimento no crime e disse ter sido abordado por Ezio na porta da loja, e que ele havia oferecido as televisões para ele.

Já sobre a arma encontrada em sua casa, Jallyson afirmou ter comprado de um homem que não se lembra o nome, em sua oficina, pelo valor de R$ 5 mil.

O crime foi descoberto depois que um vendedor desconfiou dos documentos apresentados por Ezio, na tentativa de comprar uma motocicleta de R$ 16 mil.  Os documentos estavam com o nome do major do Exército, Paulo Setterval.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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