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Depoimento da mãe não ajuda e polícia aguarda recuperação de pedreiro espancado

Lucas ainda está em estado grave, em coma na UTI 

O depoimento da mãe do pedreiro Lucas dos Santos Brito, espancado em frente a uma tabacaria em fevereiro, no Jardim Batistão, não ajudou nas investigações, conforme informou o delegado responsável pelo caso, Edmilson Holler da 6ª Delegacia de Polícia de Campo Grande. Ela foi até a delegacia no dia 2 de março.

Até o momento, apenas a mãe foi ouvida e o depoimento não ajudou nas investigações, que buscam encontrar quantos e quais foram os autores das agressões no dia 25 de fevereiro. O delegado informou ainda que aguarda melhora no estado de saúde de Lucas, para que possa colher o depoimento dele e chegar até os autores.

Lucas ainda está em estado grave, em coma na UTI (Unidade de Tratamento Intensivo), de acordo com informações da Assessoria de Imprensa da Santa Casa. O pedreiro está sendo acompanhado por uma equipe de neurologia desde o dia 26 de fevereiro. Ele já passou por vários procedimentos cirúrgicos, entre eles a drenagem de hematoma do lado esquerdo da cabeça.

Caso

Lucas foi vítima de um espancamento na madrugada de domingo (25), ele foi vítima de agressões enquanto esperava por amigos em uma tabacaria localizada na Rua Pará, no bairro Jardim Batistão, região sul da Capital.

A polícia ainda investiga as circunstâncias do crime, mas crê que pelo menos quatro pessoas tenham participado do espancamento.

 

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