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Ex-garota de programa descobre possuir duas vaginas, “uma para o trabalho e outra para o sexo”

Evelyn Miller é uma australiana que mora em Gold Coast e descobriu, aos 20 anos, possuir uma condição rara: A ex-garota de programa possui duas vaginas, “uma era usada para o trabalho e outra para o sexo”, como ela mesma definiu. Hoje, aos 30 anos e gravida no útero direito, Evelyn conta que descobriu a […]

Gabriel Neves Publicado em 12/03/2021, às 11h21

Evelyn Miller descobriu a condição rara aos 20 anos e considera algo "normal". (Foto: Reprodução/Redes Sociais)
Evelyn Miller descobriu a condição rara aos 20 anos e considera algo "normal". (Foto: Reprodução/Redes Sociais) - Evelyn Miller descobriu a condição rara aos 20 anos e considera algo "normal". (Foto: Reprodução/Redes Sociais)

Evelyn Miller é uma australiana que mora em Gold Coast e descobriu, aos 20 anos, possuir uma condição rara: A ex-garota de programa possui duas vaginas, “uma era usada para o trabalho e outra para o sexo”, como ela mesma definiu.

Hoje, aos 30 anos e gravida no útero direito, Evelyn conta que descobriu a condição aos 20 anos, época em que trabalhava como garota de programa e isso deixava seus clientes “boquiabertos”, relatou ao jornal The Sun.

A condição rara é conhecida como útero didelfo. A malformação uterina congênita é caracterizada por duas cavidades uterinas, cada uma com sua trompa, seu ovário e seu colo uterino. A vagina também pode estar dividida por uma membrana.

Devido à condição rara, ela tem duas menstruações simultâneas e necessita utilizar dois tampões. Ela também precisa realizar dois exames ginecológicos.

Quando trabalhava como profissional do sexo, ela conta ter atendido uma ginecologista que transformou a sessão em um exame médico, enquanto outra questionou se o “processo de mudança de sexo tinha dado errado”.

“Para mim é normal e nunca pensei que fosse tão intrigante, mas aparentemente é muito intrigante. Acho que muitas pessoas não podem dizer que usam uma vagina para o trabalho e a outra para a vida pessoal. Foi útil no trabalho poder ter uma vagina totalmente diferente”, afirmou.

*Matéria produzida com informações do portal O Dia.

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