Coronavírus matou pelo menos 3 mil profissionais da saúde, diz Anistia Internacional

Organização manifestou preocupação sobre condições de trabalho

Pelo menos 3 mil profissionais da saúde morreram infectados pelo novo coronavírus, de acordo com a Anistia Internacional, que manifestou preocupação com as condições de segurança, pagamento, expediente e violência contra trabalhados que estão na linha de frente no combate à pandemia.

Em um relatório publicado nessa segunda-feira (13), o grupo afirmou que a é o país com o maior número de profissionais da saúde que foram vítimas da covid-19. Ao todo, foram 545. Em segundo lugar, ficou o Reino Unido, com 540 mortes, seguido pelos Estados Unidos, onde morreram 507 trabalhadores. A Anistia pondera, no entanto, que os números globais devem ser bem maiores, em decorrência das subnotificações.

“É especialmente perturbador ver que alguns governos estão punindo trabalhadores que vocalizam suas preocupações sobre as condições de trabalho que podem ameaçar suas vidas”, diz a organização. O Brasil vem na sequência dos Estados Unidos, com 351 trabalhadores de saúde que foram mortos pelo coronavírus.

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