Coronavírus: Índia ultrapassa 50 mil mortes desde o início da pandemia

O país é o 4º do mundo com o maior número de óbitos, atrás de EUA, Brasil e México

A ultrapassou hoje (17) as 50 mil mortes provocadas pelo novo coronavírus desde o início da pandemia, depois de mais 900 óbitos registrados nas últimas 24 horas, segundo dados oficiais do indiano.Coronavírus: Índia ultrapassa 50 mil mortes desde o início da pandemiaCoronavírus: Índia ultrapassa 50 mil mortes desde o início da pandemia

O país é o quarto do mundo com o maior número de mortes (50.921), atrás dos (169.841), do Brasil (107.852) e México (56.757).

Desde o início da pandemia, a contabilizou 2.589.682 casos confirmados de covid-19, segundo dados divulgados hoje pela Universidade Johns Hopkins. A pandemia já provocou mais de 766 mil mortos e infetou mais de 21,5 milhões de pessoas em 196 países e territórios.

O Estado de está conseguindo controlar a pandemia de coronavírus, apesar dos altos índices de contaminação observados nos últimos meses. Cerca de 1% dos cerca de 30 mil testes para coronavírus feitos diariamente na cidade de dão positivo para o novo vírus. Em cidades como Los Angeles, no Estado da Califórnia, o índice está em 7%. E em Miami, 13%.

O vírus simplesmente não está mais presente em como já esteve, de acordo com autoridades de saúde locais.

República Tcheca

Após flexibilizar medidas para conter a pandemia, o governo da República Tcheca vai tornar o uso de máscaras obrigatório novamente, no transporte público e lugares públicos fechados, a partir de 1º de setembro. A decisão vem na esteira do registro de uma nova de infecções no país europeu, às vésperas do que se espera ser um outono difícil.

A República Tcheca está entre os primeiros países europeus a ordenar que a população usasse máscaras de proteção em locais públicos, mas suspendeu as exigências gradualmente ao passo em que o índice de infecções caía na primavera do Hemisfério Norte.

Um pastor conservador crítico do governo testou positivo para o novo coronavírus dois dias depois de participar de um protesto anti-governo ao lado de milhares de pessoas na capital sul-coreana, Seul.

Mais de 300 casos de coronavírus no país estão ligados á igreja de Jun Kwang-hun, em Seul, cidade que concentra o maior número de infecções no país. Autoridades sanitárias manifestaram a preocupação de que a pandemia pode piorar após a marcha de manifestantes liderados pelo pastor na capital, contrariando recomendações de órgãos de saúde. (Com agências internacionais)

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