Coronavírus: Casos na Rússia passam de 900 mil

País é o quarto na lista de países com maior número de infectados pelo novo vírus

Autoridades russas confirmaram que o número de casos de infectados pelo novo coronavírus no país chegou a 902.701, nesta quarta-feira (12), após o registro de novas 5.102 infecções. Ontem (11), o presidente Vladimir Putin anunciou o primeiro registro de um imunizante contra a covid-19, e os governos da e do Paraná já negociam com Moscou uma possível fabricação em terras brasileiras.

Autoridades sanitárias da afirmaram que o primeiro lote da vacina Sputnik V deve estar pronta dentro de duas semanas e rejeitou preocupações de segurança sobre a aprovação rápida do imunizante.

Já a Organização Mundial da Saúde () disse que não recebeu informação suficiente sobre a vacina desenvolvida pelos russos para que possa avaliar a substância.

De acordo com a plataforma de monitoramento em tempo real da pandemia, Worldometers, já são 20,6 milhões de infectados no mundo e o número de mortes se aproxima dos 750 mil. Cerca de 13,5 milhões de pessoas já se recuperaram da doença no planeta.

Filipinas

Cientistas filipinos vão se encontrar com representantes russos que desenvolveram a Sputnik V para discutir a participação de testes clínicos e ter acesso aos dados.

O presidente filipino, Rodrigo Duterte, celebrou o registro da vacina e se ofereceu a “injetá-la na população” para acalmar temores sobre sua segurança.

França

A disseminação do novo coronavírus novamente pela França pode se tornar mais difícil de ser controlada caso não haja um esforço coletivo para conter o aumento recente na taxa de contaminação no país, disse hoje (11) o primeiro-ministro francês, Jean Castex.

Ele alertou que o povo está se descuidando em relação à doença, em declarações feitas pouco antes de autoridades de saúde anunciarem uma alta diária de 1.397 no número de casos de covid-19 no país, quase o dobro da contagem de segunda-feira, o que eleva o total de infecções na França a 204.172.

Ontem (11) o presidente francês, Emmanuel Macron, disse, em uma videoconferência com ministros, que a França vai adotar novas restrições para as 20 maiores cidades do país, visando a  conter a taxa de infecções, e prorrogar até 31 de outubro a proibição a eventos com mais de 5 mil pessoas.

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