Depois de tiroteio em sinagoga nos Estados Unidos, Trump incita pena de morte

Presidente defendeu que a presença de um guarda armado diminuiria o número de vítimas

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, defendeu neste sábado (27) a pena de morte para evitar massacres com armas de fogo como o ocorrido neste sábado, em uma sinagoga na Pensilvânia. Trump afirmou que a presença de um guarda armado no templo teria servido para evitar a tragédia.

O tiroteio na sinagoga da congregação Árvore da Vida aconteceu por volta das 10h. Pelo Twitter, o Departamento de Segurança Pública de Pittsburgh alertou que havia um franco-atirador na região e as pessoas deveriam evitar a área. Sábado é dia de shabat, dia de descanso semanal no judaísmo, simbolizando o sétimo dia em Gênesis, após os seis dias de Criação, para os judeus, portanto a sinagoga estava lotada.

“Deveríamos trabalhar para fortalecer as leis relacionadas com a pena de morte”, disse o presidente. “Tantos incidentes, em igrejas…[os agressores] deveriam pagar com a pena capital”, acrescentou Trump em conversa com um grupo de jornalistas antes de partir para Indiana, onde deve participar de um evento agrícola.

Em seu Twitter oficial, Trump confortou os eleitores da região da Pensilvânia. “Assistindo aos eventos desenrolados em Pittsburgh, Pensilvânia. Execução da lei na cena. As pessoas na área de Squirrel Hill devem permanecer protegidas. Percebe-se inúmeras fatalidades. Fiquem atentos ao atirador. Deus abençoe a todos!”, escreveu.

Além disso, o presidente considerou que, apesar das medidas de segurança com as quais contava a sinagoga da Congregação da Árvore da Vida, a presença de um guarda de segurança armado evitaria que pessoas, “além” do agressor, fossem vitimadas.

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