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Brasil, ONU e União Europeia desejam esclarecimentos sobre morte de opositor à Maduro

A forma como o vereador Salazar morreu apresenta informações contraditórias, segundo a União Europeia

O governo do Brasil, a ONU e a União Europeia pediram investigação da morte do vereador Fernando Alban Salazar. Acusado de atentado contra vida do presidente Nícolas Maduro, a informação divulgada pelo governo venezuelano é de que o vereador cometeu suicídio.

De acordo com o G1, o Itamary afirmou em nota que “as circunstâncias da morte de Fernando Albán em instalações prisionais sob direto e integral controle das autoridades venezuelanas suscitam legítimas e fundadas dúvidas quanto a eventuais responsabilidades e exigem a mais rigorosa, independente e transparente investigação”.

A ONU cobrou, por meio do porta-voz Ravina Shamdasani, que é necessário uma investigação transparente. Além disso, a organização mundial cobrou do governo venezuelano garantia de segurança para aqueles em seu poder. Já a União Europeia acredita que deve ser feita uma “investigação independente”, para esclarecer as informações contraditórias.

Atentado

Salazar foi preso por suposto envolvimento em atentado contra o presidente em agosto deste ano. De acordo com as informações do Ministério Público da Venezuela, o vereador que é do partido de oposição ao de Maduro, era mantido em um prédio do Serviço Bolivariano de Inteligência Nacional e cometeu suicídio no local.

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