Projeto Teatro Brasileiro Fora do Eixo segue com mais duas lives com artistas

Com fomento da Lei Aldir Blanc, na pandemia, projeto promove reflexões sobre os desafios do teatro de Campo Grande a partir de bate papo

Da produção ao grand finale de um espetáculo, o projeto Teatro Brasileiro Fora do Eixo promove nesta semana dois novos encontros, virtuais, para dar continuidade a série de lives que aborta sobre o em Campo Grande. Dessa vez os convidados serão os artistas Fernando Cruz, na terça-feira (26) e Andréia Freire, na quinta (28).

Eles serão entrevistados pelo diretor Fernando Lopes, diretor Cia Teatro do Mundo, Fernando Lopes, idealizador desse trabalho em formato online que é transmitido, às 19h, no do grupo: @domundo. Teatro Brasileiro Fora do Eixo, nesta segunda temporada, foi contemplado com recursos da Lei Aldir Blanc, através de edital do FMIC (Fundo Municipal de Incentivo Cultural) promovido pela (Secretaria Municipal de Cultura e ).

“Agora, tivemos esse aporte via município. Todo um trabalho que veio por conta de duas mulheres e deputadas, Jandira Fegalli e Benedita da Silva, que são as responsáveis por aprovar a lei Aldir Blanc, que certamente ajudou os artistas de todo o Brasil. Recurso que veio para dar suporte aos trabalhos de nós, artistas, e com isso promover a cultura mesmo em tempos de pandemia”, lembra Fernando Lopes.

Fernando Cruz, diretor e ator do Teatro Imaginário Maracangalha que será entrevistado nesta terça (Foto: Danilo Vieira)

Nesta terça-feira (26), o papo é certo com o diretor e ator Fernando Cruz que há décadas faz das vias públicas o principal palco para as peças do grupo “Teatro Imaginário Maracangalha”.

“Trabalhar com de rua em tem um lado gratificante: o público que é muito receptivo, tanto no interior quanto na Capital. Isso anima a estarmos nas ruas fazendo e, sobretudo, pesquisando”, garante o artista que salienta também os desafios, “Se manter ruas só com o chapéu e ter a compreensão do quão importante é esse fazer artístico são pontos a serem lembrados, porque é direito da população de que às artes sejam incluídas nas políticas públicas. Algo que a gente vem lutando há anos para que seja consolidado”.

Já na quinta-feira (28), às 19h, a conversa é com Andréia Freire, artista que além dos espetáculos também tem se dedicado muito a produção cultural e vai contar um pouco desse nicho que é imprescindível para que a magia de um espetáculo aconteça. Área que cuida dos detalhes de uma peça, dos bastidores, pois das rotinas dos ensaios até o figurino tudo tem um crivo para que aos olhos do público chegue à poética de uma boa história.

“A gente trabalha para abrir cada vez mais espaço do encontro do com a sociedade local. É um sonho e uma luta ao mesmo tempo para que esta arte seja reconhecida e vá ao encontro das pessoas e, também, o suor – de um tipo de trabalho, de um tipo de empreendimento que precisa ser desbravado a cada dia.

Os bate papos continuam até o mês de fevereiro, sempre às terças e quintas-feiras às 19h.

Cia Teatro do Mundo

A Cia Teatro do Mundo é um coletivo de artistas, que surge em meio ao caótico ano de 2020 e tem como principal objetivo usar o como ferramenta de pesquisa e trabalho, com o intuito de colaborar por um mundo melhor.

O grupo é formado por Fernando Lopes, Begét de Lucena, Helena Soares e Douglas Moreira e já fez várias apresentações de espetáculos infantis em formato drive in, no estacionamento de um shopping da Capital. Também circulou pelo interior do Estado.


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