Autópsia revela causa da morte de Maradona

Segundo o 'Clarín', procedimento foi realizado na noite desta quarta-feira (25) e apontou uma insuficiência cardíaca gerada por edema agudo de pulmão

Os resultados preliminares da autópsia de Diego Armando Maradona, que morreu nesta quarta-feira (25) em sua casa em Tigre, na , apontaram causa da morte como “insuficiência cardíaca aguda, em paciente com cardiomiopatia dilatada”. As informações foram reveladas no fim da noite pelo Clarín.

De acordo com o veículo, a insuficiência foi gerada por um edema agudo de pulmão. A autópsia foi realizada entre 19h30 e 22h no Hospital San Fernando. A família do craque pediu para que os especialistas não entrassem na sala do procedimento com telefones celulares para evitar que fotos fossem tiradas do corpo do ex-jogador.

Uma nota divulgada pela Procuradoria Geral da República da revelou que a última pessoa que viu Maradona com vida foi seu sobrinho, Jonatan Espósito. Ainda segundo o Clarín, dias antes da morte de Maradona sua família havia notado que ele andava “muito ansioso e nervoso” e chegaram a sugerir que ele passasse um tempo em Cuba para nova reabilitação, onde ele já havia passado algum tempo em sua luta contra o em cocaína.

No início de novembro, ele passou por uma cirurgia para tratar uma contusão no cérebro. Alguns dias depois, Maradona chegou a ser internado em uma clínica em La Plata. O jornal afirmou que a decisão de interná-lo havia sido preventiva por sua situação emocional e que ele passaria por mais exames. Ele recebeu alta no dia 12 de novembro e estava se recuperando em casa desde então.

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