Após encalhe em Corumbá, Eduardo Costa faz live sobre preservação do Pantanal

Cantor sertanejo falou sobre as belezas do bioma e também que começaria as gravações nesta sexta-feira de seu novo DVD

O cantor sertanejo foi surpreendido nesta quinta-feira (17) após a embarcação de luxo que utilizaria para gravar seu novo DVD “ no ” encalhar na praia do Porto Geral, em Corumbá. O sertanejo planejava gravar nas águas do rio , mas teve que adiar o início das gravações para esta sexta-feira (18). Ainda na noite de ontem (17), Eduardo falou em live no sobre a importância e beleza do bioma.

“Estou entrando pra dentro do . Vou ficar 4, 5 dias gravando o DVD. Vou gravar todos os instrumentos (violão, viola, percussão, bateria, baixo), 1ª e a 2ª voz. Quero mostrar o sul-mato-grossense do jeito que ele é para o povo. Acho que o brasileiro deve conhecer o com lugares maravilhosos”, destacou o cantor que teve a ideia da gravação na última semana.

Eduardo também frisou a importância da preservação da Fauna da região, além da importância do turismo de brasileiros no próprio país. O cantor também explicou sobre o tamanho do barco luxuoso de água doce, a ‘chalana’, que seria comparável a um hotel 5 estrelas.

“Quero agradecer ao povo sul-mato-grossense que sempre tiveram carinho com meu trabalho e com a minha carreira. Sempre amei a fauna brasileira. Vamos mostrar o de um jeito que poucas pessoas conhecem. Temos que fazer nossa parte porque só cabe a nós a nossa preservação. Desmatar é uma tragédia pro nosso país, então temos que cuidar para que nossos animais sejam preservados”, frisou o cantor.

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Encalhe e atraso nas gravações

Um barco-hotel de três andares que seguia viagem com o cantor a bordo encalhou no rio em frente a prainha do Porto Geral na tarde desta quinta-feira (17), em Corumbá, cidade a 428 quilômetros de Campo Grande.

O artista aguardou a solução do problema em um escritório de outra empresa de turismo durante a tarde desta quinta, já que a programação era seguir viagem de no com o cantor sertanejo.

O rio vive a pior seca dos últimos 50 anos e, sem chuva, o nível segue baixando segundo dados do CPRM (Serviço Geológico do Brasil). Neste menor nível da história, o rio chegou aos 27 centímetros na régua de Ladário, sendo que, em anos normais, nessa mesma época do ano, o rio passa dos três metros.

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