Festival do Chamamé contará com 5 dias de programação

Festa terá início no dia 9 de novembro até o dia 13 de outubro

O 3º Festival Cultural do Chamamé contará com dezenas de apresentações regionais e internacionais em diferentes palcos de Campo Grande entre os dias 9 e 13 de outubro. A edição de 2019 foi lançada no Dia Estadual do Chamamé no Memorial da Cultura e da Cidadania, sede da Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul.

Realizado pelo Instituto Cultural Chamamé MS em parceria a Fundação de Cultura, Prefeitura de Campo Grande e apoio da Rádio e TV Educativa, o Festival se efetiva no calendário cultural do Estado e apresenta programação que pode ser conferida AQUI.

“Em Corrientes, na Argentina, o nome da rua onde está instalado o ‘Parque Festival Del Chamamé’ é uma homenagem à nossa capital: Calle Campo Grande. Vamos retribuir esse gesto de amizade, trazendo para o nosso povo grandes expressões da música daquela querida cidade da Argentina”, diz o presidente do Instituto Cultural Chamamé MS, Orivaldo Mengual.

Segundo ele, Campo Grande possui uma grande diversidade de culturas do mundo que formam sua identidade e é reconhecida como a capital brasileira do chamamé.

“O sistema de representação cultural do chamamé, além da polca, do próprio chamamé e guarânia, expressões de destaque da nossa cultura musical, inclui a dança de salão, o hábito de tomar o tereré e a degustação de iguarias como a sopa paraguaia e a chipa. Consumimos e distribuímos cultura que ultrapassa nossas fronteiras e é comum a outros países. O festival é um reconhecimento a tudo isso, um caminho que possibilita o intercâmbio entre profissionais campo-grandenses, sul-mato-grossenses, e dos países vizinhos”, finaliza

Em 2017, a pedido do Instituto Cultural Chamamé e por decisão do Conselho Estadual de Cultura, o chamamé foi oficialmente declarado pela Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul “Patrimônio Cultural Imaterial do Estado”. No Mercosul o chamamé também já foi declarado “Patrimônio Cultural” e está sendo postulado junto à Unesco o reconhecimento como Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade.

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