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Na Capital, dois túmulos atraem bem mais que familiares e guardam algo em comum

Da peregrinação à curiosidade, os túmulos são até ponto de referência

Dia 2 de Novembro, comemorado pela Igreja Católica como dia de Finados, é a data em que familiares se dedicam especialmente aos entes queridos que já se foram. Entretanto, a cada ano, há lápides que são visitados por muitas pessoas além de parentes. São duas histórias de aspectos e épocas diferentes, mas com um aspecto em comum: a tragédia.

Menina milagreira

Fátima Aparecida Vieira tinha apenas 7 anos em 1979, quando morreu queimada em um incêndio que aconteceu na casa em que morava. Quase 40 anos depois, a cada ano, o jazigo que fica no cemitério Santo Amaro atrai diversas pessoas, principalmente depois de uma mina d’água brotar no local.

Muitos bebem da água que ali verte e que é mantida em jarros. Frequentadores atribuem ao líquido curas e graças alcançadas. No local encontram-se diversas orações – escritas à mão ou impressas – deixadas por aqueles que acreditam em algum poder que emana dali.

A capelinha e a lápide são pintados em branco e rosa, o que remete à tenra idade em que Fátima morreu.

Homenagem a 6 homens

Seis túmulos em granito preto em homenagem a homens que morreram no mesmo dia: 11 de março de 1944. Segundo funcionários do Cemitério Santo Antônio, trata-se de uma homenagem da Base Aérea a trabalhadores que morreram durante a sua construção. Um raio teria sido o responsável pelas 6 mortes no mesmo dia.

Diversos curiosos perguntam sobre o jazigo coletivo, já que em suas lápides constam apenas os nomes e a data de morte, sem a data de nascimento. Nada mais se sabe sobre eles, mas o granito preto onde jazem os 6 trabalhadores chama a atenção de quem visita o cemitério.


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