Publicidade

Dia Mundial do Veganismo: 5 dicas para tornar a transição mais fácil

Conheça a origem do veganismo e como transcender para o lado sem crueldade

Comemorado em várias partes do mundo, o dia 1º de novembro é dedicado ao Dia Mundial do Veganismo, estilo de vida que exclui o consumo de qualquer produto de origem animal. O Dia Mundial Vegano foi estabelecido em 1994 por Louise Wallis, então presidente da Vegan Society da Inglaterra, a instituição vegana mais antiga do mundo, a que oficializou e cunhou o termo “vegano”.

Louise estabeleceu que todo dia 1º de novembro seria comemorado o Dia Mundial Vegano, justamente no aniversário de 50 anos da Vegan Society, criada em 1944.

No Brasil, 55% da população tem interesse em consumir mais produtos veganos, de acordo com pesquisa realizada pelo IBOPE Inteligência e encomendada pela Sociedade Vegetariana Brasileira (SVB).

O que é o veganismo e quem são os veganos?

O veganismo não é apenas uma dieta, mas sim o conjunto de ações em todos os aspectos da vida que demonstra recusa ao sofrimento dos animais. Os veganos, como são chamados os que praticam o veganismo, têm uma alimentação vegetariana, ou seja, nada de origem animal entra no cardápio. Isso inclui todos os tipos de carnes, todos os laticínios, ovos, mel e tudo que tenha em sua origem o sofrimento de algum animal.

Além da mudança de hábitos relacionada ao consumo de roupas, acessórios e cosméticos, por exemplo, a transição da alimentação também requer cuidado e atenção, para que o organismo se adapte ao novo cardápio.

Confira abaixo mais 5 dicas que podem facilitar o processo de transição:

1. Orientação profissional

É importante procurar avaliação médica e realizar exames periódicos, além se consultar com um nutricionista sobre como fazer as substituições corretas e evitar deficiência nutricional. A vitamina B12, por exemplo, é encontrada em carnes, ovos e laticínios, e sua ausência pode causar anemia e distúrbios sanguíneos, por isso é importante consumir diariamente outros alimentos que possuem essa vitamina como cereais integrais e proteínas à base de soja e de ervilha.

2. Substituições

Além de incluir alimentos ricos em nutrientes como feijão, lentilha e grão-de-bico nas principais refeições, também é válido procurar por snacks saudáveis e sem insumos de origem animal, como uma solução para aquela fome repentina.

3. Preparar as próprias refeições

Uma maneira de se adaptar ao novo hábito alimentar é preparar as refeições para diversificar o cardápio, redescobrir o próprio paladar e ainda ter um controle maior da qualidade dos alimentos consumidos.

4. Escolher estabelecimentos veganos

Com o aumento da procura por comidas veganas, tem crescido o número de restaurantes, padarias e cafés que possuem opções saudáveis voltadas para esse público, principalmente nas grandes cidades. Por isso, a dica é procurar por lugares que ofereçam essas alternativas no cardápio. Aqui na Capital, segundo o site TripAdvisor, o Recanto das Ervas e o Broto de Bambu são ótimas pedidas para os veganos.

5. Informe-se

Além de livros sobre o tema, há muitos grupos nas redes sociais e sites dedicados ao universo vegano que fornecem dicas de receitas, produtos, lugares e eventos. A informação é extremamente útil para auxiliar na transição. Até mesmo compartilhar a própria experiência de mudança com outras pessoas pode contribuir na otimização do processo e encontrar amigos que compartilham do mesmo estilo de vida, tornando-o mais natural.

Mais notícias