Especialistas falam sobre cuidados após vacina contra coronavírus

Vacinação é um momento esperado mundialmente, mas é preciso continuar com cuidados de biossegurança

As palavras mais esperadas no mundo não só estão sendo repercutidas, mas também já entraram em ação: a vacinação contra o coronavírus. Em , a previsão é que nesta segunda-feira (18), no fim do dia, as primeiras pessoas sejam imunizadas em ato simbólico de início da vacinação.

Mesmo com o início da imunização é muito importante ressaltar que todos devem continuar seguindo os protocolos de biossegurança.

“As vacinas disponíveis no Brasil terão duas doses com intervalo entre uma e outra, então, para criarmos anticorpos não será imediato. Como não há imunidade instantânea, é preciso continuar usando máscara, evitar aglomeração, usar álcool em gel e lavar as mãos corretamente. Continua a mesma orientação que nós tínhamos desde o início da pandemia”, ressalta a infectologista da Unimed Campo Grande, Haydeé Marina do Valle Pereira.

Maurício Pompilio, também infectologista da cooperativa médica, completa dizendo que “as pessoas que forem imunizadas contra a não poderão deixar de usar máscaras logo em seguida. A resposta imunológica desencadeada pela vacina não é imediata, pode demorar dias ou semanas. Haverá uma segunda dose para aumentar esta proteção”.

O médico conclui falando que “a proposta é continuarmos com as medidas protetoras após a vacinação até que haja queda significativa no número de casos local e mundialmente”.

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Segundo informações da Secretaria de Estado de Saúde (SES), o primeiro lote com a vacina chega nesta segunda-feira (18) às 13h com 158 mil doses enviadas pelo .

A distribuição para os 79 municípios do Estado começa na terça-feira (19), seguindo o Plano Estadual de Distribuição da contra através de força tarefa da SES e Secretaria de Estado de Justiça e (Sejusp).

A previsão é que na quarta-feira (20), comece a aplicação das vacinas. Conforme o Plano Estadual de ção, a primeira fase da imunização vai englobar trabalhadores da saúde, idosos a partir de 75 anos, pessoas com 60 anos ou mais institucionalizadas, população indígena e povos e comunidades tradicionais ribeirinhas.

Na fase 02 serão imunizadas pessoas com 60 anos a 74 anos. Na fase 03 serão pessoas com comorbidades que apresentam maior chance para agravamento da doença (como portadores de doenças renais crônicas, cardiovasculares, entre outras).

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