Festival América do Sul deve ser lançado em outubro deste ano

De 14 a 17 de novembro, o evento inclui artistas locais e sul-americanos

A 15ª edição do Festival América do Sul já tem data marcada. De 14 a 17 de novembro, o evento que inclui artistas locais e sul- americanos acontece no município de Corumbá, a 432 km da Capital.

A data foi anunciada na noite desta segunda-feira (12), em uma reunião com os organizadores da audiência pública: FCMS (Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul) e a prefeitura de Corumbá.  O evento aconteceu na sede do Sindicato Rural do município.

Segundo informações da assessoria da FCMS, além de reconhecimento da área e troca de propostas, o evento teve o intuito também de ouvir a classe artística de Corumbá, para que haja perfeita sintonia na montagem da programação oficial do evento.

De acordo com órgão Estadual de Cultura do Estado, além da prefeitura, estiveram presentes na audiência pública, o moinho Cultural Sul – Americano, o Conselho Municipal de Cultura de Corumbá, a Câmara Municipal e representantes da classe artística do município.

O lançamento com a programação oficial ainda não tem data marcada, porém a previsão  é para que aconteça em outubro deste ano.

 

Principais reivindicações

Na audiência pública, uma das principais reivindicações  é para que haja a participação efetiva da classe artística do local não só na apresentação, mas na montagem e participação dos eventos.  Segundo a assessoria da FCMS, outra reivindicação proposta pelos artistas locais é que a programação envolva principalmente a arte de rua e a presença de grupos de danças urbanas do município.

Algumas propostas

Entre as propostas apresentadas pelos segmentos culturais e comunidade estão a manutenção do concurso “Soy Loco Por Ti América” com participação de estudantes das escolas públicas e privadas da região.

O público também mencionou a manutenção de evento gastronômico com possível inclusão de cozinha-show; envolvimento de manifestações culturais negras com participação de grupos e instituições que trabalham com políticas afirmativas e promovam a expansão da cultura de origem africana no Brasil, como o bloco baiano Ilê Aiyê.

 

 

 

 

 

 

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