Paralimpíadas 2016: saiba como foi o desempenho de MS nos jogos do Rio

Mato Grosso do Sul teve doze atletas nas competições

Encerram neste domingo (18) as Paralimpíadas Rio 2016, contando com 278 paratletas brasileiros que competiram nas 22 modalidades desportivas da competição. Mato Grosso do Sul enviou para as provas doze competidores, alguns deles puderam trazer medalhas. Confira a atuação de cada paratleta sul-matogrossense nesses onze dias de competição:

Silvania Costa

Na última sexta-feira (16), a medalha de ouro veio pelas mãos da três-lagoense Silvania Costa de Oliveira, paratleta que ganhou a medalha com a marca de 4,98m no salto em distância, na categoria para deficientes visuais. O bronze na categoria também foi de uma brasileira, a Lorena Spoladore, com 4,71m.

Futebol de Sete

Bronze também foi a medalha trazida pelos oito atletas de Mato Grosso do Sul que fazem parte da Seleção Brasileira de Futebol de Sete. O grupo venceu a Holanda por 3 a 1 na última sexta-feira (16), depois de ter perdido para o Irã na semifinal.

No time, estão os sul-matogrossenses Marcos dos Santos Ferreira (capitão do time), Fabrizio Arlindo Nascimento de Oliveira, Gilvano Diniz da Silva, Hudson Hyure do Carmo Januario, Igor Romero Rocha, Leandro Gonçalves do Amaral (Leandrinho), Maycon Ferreira de Almeida e Wesley Martins de Souza.

Michele Ferreira 

Quem ficou perto de conquistar uma medalha de bronze foi a judoca Michele Ferreira, na categoria 52 kg, já no segundo dia das Paralimpíadas (8). Na disputa pela medalha, a judoca acabou derrotada pela argelina Cherine Abdellaoui, por 0 a 1.

Yeltsin Jacques

O campo-grandense Yeltsin Jacques não teve como superar o tempo de 3m48s29 feito pelo argelino Abdellatif Baka, na prova dos 1500m, para atletas com baixa visão. O campeão da prova teria vencido o ouro até mesmo na competição das Olimpíadas. Yeltsin chegou a ficar na liderança na corrida, mas perdeu força na volta final.

Débora Benevides

Quem voltou contente da competição, mesmo tendo sido eliminada antes de ir para a final, foi a canoísta Débora Benevides, a Indiazinha. A paratleta nasceu em Água Clara com uma artrogripose congênita, e foi abandonada pelos pais biológicos. Sua história de superação e vinda para Campo Grande, onde conheceu a canoagem, foi contada em diversas reportagens em todo o Brasil.

Fernando Rufino

O atleta Fernando Rufino, promessa da paracanoagem, tinha sido escalado entre os atletas, mas foi cortado das Paralimpíadas no dia 29 de julho, por conta de um problema cardíaco que tornou contraindicada sua participação no esporte de alta intensidade.

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