Cotidiano / Economia

Setor de serviços em MS recua em janeiro, mas fica no mesmo patamar da pré-pandemia

O volume de serviços teve queda de 4,2% em janeiro de 2021 em relação a dezembro de 2020. Entretanto, está no mesmo patamar de fevereiro do ano passado, período pré-pandemia. Os dados foram divulgados na manhã desta terça-feira (09) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Apesar do número negativo, foi o 5º melhor […]

Gabriel Maymone Publicado em 09/03/2021, às 11h10

(Foto: Leonardo de França, Midiamax)
(Foto: Leonardo de França, Midiamax) - (Foto: Leonardo de França, Midiamax)

O volume de serviços teve queda de 4,2% em janeiro de 2021 em relação a dezembro de 2020. Entretanto, está no mesmo patamar de fevereiro do ano passado, período pré-pandemia. Os dados foram divulgados na manhã desta terça-feira (09) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

Apesar do número negativo, foi o 5º melhor resultado verificado entre os estados do país. As altas mais relevantes foram em Distrito Federal (10,9%), Minas Gerais (2,6%) e São Paulo (0,5%).

Conforme os dados, MS teve queda de 2,4% na receita nominal. Porém, na comparação com o mesmo período do ano passado, janeiro de 2021 apresentou alta de 2,3% no volume de serviços prestados e 4,7% na receita nominal.

No país, houve avanço de 0,6% no volume de contratação de serviços, com destaque para transportes, serviços auxiliares
aos transportes e correio (3,1%) e serviços profissionais, administrativos e complementares (3,4%). O primeiro setor acumula ganho de 29,6% entre maio de 2020 e janeiro de 2021, mas ainda se encontra 2,7% abaixo do patamar de fevereiro de 2020. No segundo ramo, houve recuperação de 13,9% entre junho de 2020 e janeiro de 2021, mas ainda sem eliminar a perda verificada entre novembro de 2019 e maio de 2020 (-20,0%).

A retração mais relevante veio de outros serviços (-9,2%), que devolvem o ganho acumulado de 5,7% do período novembro-dezembro. Os demais resultados negativos ficaram com os serviços de informação e comunicação (-0,7%) e os prestados às famílias (-1,5%), com o primeiro anulando parte do ganho de 4,7% registrado nos quatro últimos meses de 2020; e o segundo, com a segunda taxa negativa seguida, teve perda acumulada de 5,5%, subtrai parte do avanço obtido entre agosto e novembro de 2020 (68,5%).

Jornal Midiamax