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Chile reconhece MS como área livre de aftosa e amplia mercado de exportação de carne

Neste ano, a campanha de vacinação contra a aftosa em MS já atingiu 99% do rebanho

Mato Grosso do Sul foi reconhecido pelo governo do Chile como área livre de aftosa. Com isso, amplia a possibilidade de mercado no país para a compra de carne bovina produzida no MS, sem qualquer restrição. Além do Mato Grosso do Sul, o estado do Tocantins também foi reconhecido pelo governo chileno.

O secretário da Semagro (Secretaria de Estado de Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico, Produção e Agricultura Familiar), Jaime Verruck, comenta que o Chile representa 17% das vendas externas de carne bovina e que o reconhecimento deve beneficiar as exportações. O Chile está entre os 10 principais destinos das exportações de Mato Grosso do Sul, ocupando o 6º lugar no acumulado de janeiro a novembro deste ano.

“Nós já esperávamos por essa medida após a assinatura do acordo de livre comércio entre o Brasil e o Chile. É mais uma conquista para a pecuária sul-mato-grossense. Ela beneficia principalmente a produção dos municípios da nossa região de fronteira, que hoje tem um rebanho aproximado de 350 mil cabeças”, comenta Verruck.

Nos últimos quatro anos, as exportações de carnes desossadas de bovino, frescas ou refrigeradas e carnes desossadas de bovino, congeladas de Mato Grosso do Sul para o Chile aumentaram 103%, saindo de 13.075 toneladas em 2015, para 26.549 toneladas em 2018.

Vacinação contra aftosa

A Campanha de Vacinação contra a aftosa em MS já atingiu 99% do rebanho. Conforme o relatório da Iagro (Agência Estadual de Defesa Sanitária Animal e Vegetal), na região do Planalto 99,11% dos animais da região tiveram declaração de vacinação registrada no sistema da Agência, 98,13% dos animais da Zona de Fronteira também foram declarados vacinados e da região do Pantanal os números já chegam a 93,20%.

Segundo o titular da Semagro, os números da região do Pantanal ainda podem ter alguma mudança. “Nesses três últimos dias até o fechamento, seguramente teremos registros que elevarão os números e os aproximarão dos obtidos na última campanha”, afirma.

(com informações da Semagro)

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