Cotidiano / Consumidor

Consumidora de MS tem nome sujo por telefonia ao ser cobrada mesmo após cancelar plano

Uma consumidora moradora na região do Jardim Monumento, em Campo Grande, estudante de Engenharia, moveu ação contra uma empresa de telefonia depois de ficar com o nome sujo por cobranças indevidas. Mesmo após o cancelamento do plano e quitação dos débitos, ela continuou a receber faturas por meses. Neste sentido, pediu a retirada do nome […]

Renan Nucci Publicado em 11/03/2021, às 16h49 - Atualizado às 16h59

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Uma consumidora moradora na região do Jardim Monumento, em Campo Grande, estudante de Engenharia, moveu ação contra uma empresa de telefonia depois de ficar com o nome sujo por cobranças indevidas. Mesmo após o cancelamento do plano e quitação dos débitos, ela continuou a receber faturas por meses. Neste sentido, pediu a retirada do nome do serviço de proteção de crédito e exigiu indenização de R$ 15 mil por danos morais.

Consta que ela adquiriu um plano de R$ R$ 169,89 por serviços de telefone fixo, internet ilimitada e TV. No entanto, logo após a instalação, a estudante constatou dificuldades em usar a internet e o telefone fixo. A empresa foi acionada, um técnico esteve no local, mas o problema nunca foi resolvido. Diante dos fatos, a consumidora decidiu solicitar o cancelamento.

Desta forma, no dia 19 de outubro de 2018, ela acionou o atendimento e pediu o cancelamento. Logo em seguida, os serviços foram suspensos. Ela pagou o que devia e imaginou que tudo estivesse resolvido. Porém, nos meses seguintes continuou a receber faturas por um serviço que não estava sendo utilizado. Como recusou-se a pagar, mesmo tentando negociar, foi negativa.

Neste sentido, acionou a Justiça em busca da retirada do nome do serviço de proteção ao crédito, bem como pede R$ 15 mil em indenização por danos morais.

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