Cotidiano / Consumidor

Com um dos maiores ICMS do país, gasolina chega até a R$ 5,79 em Campo Grande

Com alíquota de ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) em 30%, a quinta maior do País, a gasolina pode ser encontrada a quase R$ 5,80 em Campo Grande. A reportagem flagrou, em um posto da Capital, na Avenida Bandeirantes, o combustível saindo a R$ 5,79 o litro. Fevereiro foi o 9º mês seguido […]

Fábio Oruê Publicado em 11/03/2021, às 16h46 - Atualizado às 16h50

Litro da gasolina sendo cobrado a R$ 5,79 em Campo Grande. (Foto: Gabriel Maymone/ Jornal Midiamax)
Litro da gasolina sendo cobrado a R$ 5,79 em Campo Grande. (Foto: Gabriel Maymone/ Jornal Midiamax) - Litro da gasolina sendo cobrado a R$ 5,79 em Campo Grande. (Foto: Gabriel Maymone/ Jornal Midiamax)

Com alíquota de ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) em 30%, a quinta maior do País, a gasolina pode ser encontrada a quase R$ 5,80 em Campo Grande. A reportagem flagrou, em um posto da Capital, na Avenida Bandeirantes, o combustível saindo a R$ 5,79 o litro.

Fevereiro foi o 9º mês seguido com aumento de preço depois da queda de maio de 2020. A gasolina subiu 6,4%, acumulando aumento de 8,97% no ano e de 13,83% em 12 meses, segundo dados o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas), divulgados nesta quinta-feira (11).

Além dos preços ‘exorbitantes’, os postos de combustíveis estavam cobrando preços ‘novos’ (e mais altos) pela gasolina de estoques antigos (comprados com menor preço). Por isso, o Procon-MS (Superintendência para Orientação e Defesa do Consumidor de Mato Grosso do Sul) deflagrou uma operação na quarta-feira (10) para fiscalização de possíveis abusos e irregularidades.

Segundo o superintendente do órgão, Marcelo Salomão, durante o dia de ontem foram fiscalizados quatro postos na Capital, sendo que três deles receberam autos de infração.

Dois estavam vendendo gasolina de estoque antigo com preços novos e um vendia gás de cozinha cobrando o PIS (Integração Social e de Formação do Patrimônio do Servidor Público) e Cofins (Contribuição para Financiamento da Seguridade Social), que foram zerados pelo governo Federal a partir de 1º de março.

Jornal Midiamax