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Confira ranking com as empresas que mais recebem reclamações de consumidores em MS

Listas incluem concessionárias prestadoras de serviço, empresas de telefonia e lojas revendedoras

Na ‘Semana do Consumidor’, os Procons Estadual e Municipal divulgaram os rankings com as principais empresas alvos de reclamações de consumidores nos primeiros meses de 2019 em Mato Grosso do Sul. As duas listas são similares e incluem concessionárias prestadoras de serviço, empresas de telefonia e lojas revendedoras. Confira a lista:

Fonte: Procon-MS e Procon Campo Grande

De acordo com o Procon Estadual, foram 723 reclamações contra a Energisa só nos dois primeiros meses de 2019. No Procon Municipal, a empresa foi alvo principalmente de denúncias sobre cobranças indevidas ou abusivas. Os consumidores também procuraram o órgão para esclarecer dúvidas sobre o valor da cobrança, reajuste e contrato. Em nota, a Energisa afirma que busca soluções para os problemas dos clientes. “Isso se comprova com o posto de atendimento oferecido pela concessionária dentro do Procon para esclarecimento de dúvidas ou conciliação”, diz. A empresa afirma que atende a mais de um milhão de clientes, com 16 milhões de interações anuais, e que se coloca à disposição para dúvidas.

A Águas Guariroba está em segundo lugar em número de reclamações de consumidores nos Procons Estadual e Municipal. As reclamações são, em sua maioria, sobre cobranças indevidas e foram 376 denúncias no estado nos dois primeiros meses deste ano. A Águas Guariroba informa que tem um canal de atendimento ao consumidor juntamente com o Procon. Segundo a empresa, a concessionária atende um serviço essencial, que é o saneamento, por isso é esperada uma maior procura dos clientes.

“Todas as demandas encaminhadas via Procon para a Águas Guariroba são atendidas na busca da melhor solução para as situações apresentadas pelo cliente, entre elas, segunda via de faturas, troca de titularidade, negociação de débitos entre outros serviços. Além do canal de atendimento no PROCON, os clientes também podem utilizar os nossos canais através do 115 ou 0800 642 0115, pelo Whatsapp (67) 9 9123 0008 ou pelo aplicativo Águas Guariroba”, diz.

No ranking do Procon Municipal, a Telefônica, responsável pela Vivo no Brasil, está em terceiro lugar, com demandas sobre cobranças abusivas, problemas com planos de expansão e de compra e venda. Já na lista do Procon Estadual, a Vivo fica em quarto, com 213 reclamações em janeiro e fevereiro. Procurada pelo Jornal Midiamax, a Vivo aponta que criou um programa interno com ações concretas para aprimorar a qualidade e criar a melhor oferta com base nas expectativas e necessidades dos clientes.

“Os esforços já realizados pela Vivo contribuíram para a redução de 18% no número de reclamações nos Procons de todo o Brasil em 2018. A resolução das reclamações também melhorou, passando de 85% em 2017 para 91% em 2018. No mesmo período, a empresa reduziu em 18% o volume das reclamações na Anatel e atingiu 93% de resolutividade no Consumidor.gov”, afirma a Telefônica.

No ranking do Procon de Mato Grosso do Sul, a Claro está em terceiro na lista de denúncias. Foram 227 reclamações de consumidores nos primeiros meses de 2019. A empresa está em sexto na lista do Procon Municipal, mas não emitiu posicionamento.

Em quinto lugar na lista do Procon-MS, a Tim recebeu 169 denúncias de consumidores junto ao órgão de defesa. A empresa alega que está investido em canais de relacionamento e que mantém investimentos na infraestrutura em Mato Grosso do Sul. “A Tim é líder na cobertura 4G no Brasil, com mais de 3 mil cidades cobertas”, afirma.

Em quinto na lista do Procon Municipal, a Via Varejo recebeu reclamações sobre problemas na compra a prazo, com seguros, cobranças indevidas e com o cartão da loja. A Via Varejo é um grupo responsável por varejistas muito conhecidas pelos consumidores: Casas Bahia e Ponto Frio.

O ranking aponta que os consumidores enfrentam diversos abusos, como cobranças indevidas, má prestação de serviço, multas, tarifas e taxas, problemas com telemarketing, falta de garantia, venda casada e produtos vencidos ou impróprios ao consumo. Com abusos tão recorrentes, confira como agir.

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