Índice de Confiança do Consumidor cresce 0,6% em março

O Índice de Confiança do Consumidor (ICC), medido pela Fundação Getulio Vargas (FGV), aumentou 0,6% de fevereiro para março, ao passar de 110,2 para 110,9 pontos.

Segundo dados divulgados hoje (25) pela FGV, as avaliações sobre o momento atual são menos favoráveis em março e as expectativas para os próximos meses, mais otimistas.


O Índice da Situação Atual (ISA) diminuiu pelo segundo mês consecutivo, de 123,4 para 121,5 pontos, mas, de acordo com a FGV, ainda se mantém elevado em termos históricos. O Índice de Expectativa (IE) voltou a subir, depois de três meses de queda, passando de 103,2 para 105,4 pontos.


Em março, o grau de otimismo das famílias com relação às finanças pessoais em um horizonte de seis meses manteve-se praticamente estável, sustentado pelas expectativas favoráveis em relação ao mercado de trabalho. De acordo com a FGV, na passagem de fevereiro para março, a proporção de consumidores que preveem melhora aumentou de 28,7% para 29,4%, enquanto a parcela que projeta piora passou de 3,7% para 3,8%.


A intenção de compras de bens duráveis, entre os quesitos que compõem o ICC, foi o indicador que mais contribuiu para a evolução positiva do índice em março. Subiu 4,2%, interrompendo três meses de queda e retornando ao nível de outubro de 2009. A proporção de consumidores que planejam comprar mais nos próximos seis meses aumentou de 9,5% para 11,6%. A parcela que estima que comprará menos diminuiu de 31% para 29,8%.


A amostra da Sondagem de Expectativas do Consumidor é feita em mais de 2 mil domicílios em sete capitais (Porto Alegre, São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Salvador, Recife e Brasília). A coleta de dados para a edição de março de 2010 foi realizada entre os dias 1º e 22 deste mês.

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