Cotidiano

Voz doce e lembranças do pedal marcam despedida precoce de Emanuelle em Campo Grande

Ainda sem acreditar na partida rápida de Emanuelle Aleixo Gorski, de 20 anos, familiares e amigos dizem adeus a estudante de direito que morreu na noite de quarta-feira (10) depois de ser atropelada por uma camionete S10, que transitava no Parque dos Poderes. A mãe de Emanuelle, Andréia Aleixo, muito abalada contou como a filha […]

Thatiana Melo Publicado em 12/03/2021, às 10h09 - Atualizado às 22h57

(Henrique Arakaki, Midiamax)
(Henrique Arakaki, Midiamax) - (Henrique Arakaki, Midiamax)

Ainda sem acreditar na partida rápida de Emanuelle Aleixo Gorski, de 20 anos, familiares e amigos dizem adeus a estudante de direito que morreu na noite de quarta-feira (10) depois de ser atropelada por uma camionete S10, que transitava no Parque dos Poderes.

A mãe de Emanuelle, Andréia Aleixo, muito abalada contou como a filha era livre, leve e simples. Ela ainda disse que quando chorava pela partida da filha, o caçula a confortou, “mãe a Emanuelle está bem, a gente precisa deixar ela ir. Ela ama tanto a gente que se ver o nosso sofrimento, não vai conseguir em paz”, disse a médica.

Durante o velório, uma música que Emanuelle gravou foi colocada e nas suas últimas palavras a mãe disse, ‘Te amo filha”.

O músico Marcos Vinicius de 20 anos, amigo há pelo menos 1 ano de Emanuelle, estava muito abalado sem conseguir entrar no local para se despedir da jovem, “Não estou acreditando”, disse ele. O músico contou que a jovem era uma pessoa incrível e que quase toda se encontravam.

O professor de direito penal, Ricardo Souza Pereira, contou que Emanuelle era uma das alunas mais extrovertidas e estudiosa que conheceu.  O irmão de Emanuelle, Frederick Aleixo Gorski, de 12 anos contou ao Jornal Midiamax que a jovem era maravilhosa e muito boa com todos.

“A gente brigava muito, mas resolvia rápido”, disse o adolescente, que ainda afirmou que vai lembrar sempre do sorriso da irmã. Caterine Aleixo Gorski de 17 anos, irmã de Emanuelle, contou que as duas sempre assistiam séries até de madrugada, essa era uma das formas de fazerem as pazes quando brigavam.

“Sempre foi muito alegre”, disse.  Ainda de acordo com a irmã, Emanuelle andava pouco de bicicleta e sempre quando resolvia fazer o passeio estava junto, e nesta única vez em que não foi aconteceu om acidente.

“Acordei no susto, quando vi meu pai em casa. Achei que o acidente não tinha sido grave”, fala a jovem que finalizou que só irá levar coisas boas da irmã.

Jornal Midiamax