Cotidiano

Reinaldo é um dos poucos governadores que ainda não aderiu ao pacto contra a Covid-19

O governador de Mato Grosso do Sul, Reinaldo Azambuja (PSDB), é dos únicos que ainda não aderiu ao “pacto nacional” com medidas restritivas e preventivas para conter o avanço da Covid-19 no Brasil. Neste domingo (7), governadores de 21 estados e do Distrito Federal manifestaram posição favorável ao pacto. Conforme balanço do governador do Piauí, […]

Gabriel Neves Publicado em 07/03/2021, às 21h34 - Atualizado em 08/03/2021, às 07h41

O governador Reinaldo Azambuja (PSDB) | Foto: Marcos Ermínio, Jornal Midiamax
O governador Reinaldo Azambuja (PSDB) | Foto: Marcos Ermínio, Jornal Midiamax - O governador Reinaldo Azambuja (PSDB) | Foto: Marcos Ermínio, Jornal Midiamax

O governador de Mato Grosso do Sul, Reinaldo Azambuja (PSDB), é dos únicos que ainda não aderiu ao “pacto nacional” com medidas restritivas e preventivas para conter o avanço da Covid-19 no Brasil.

Neste domingo (7), governadores de 21 estados e do Distrito Federal manifestaram posição favorável ao pacto. Conforme balanço do governador do Piauí, Wellington Dias (PT), que comanda o fórum dos gestores estaduais, a consulta continua em aberto para a adesão dos cinco governadores restantes.

Até as 21h deste domingo, ainda não haviam aderido ao “pacto”:

  • O governador do Acre, Gladson Cameli (PP);
  • O governador do Mato Grosso do Sul, Reinaldo Azambuja (PSDB);
  • O governador de Rondônia, Coronel Marcos Rocha (PSL);
  • O governador de Roraima, Antonio Denarium (PSL);
  • O governador de Tocantins, Mauro Carlesse (DEM).

Em entrevista à GloboNews, Wellington Dias, disse que a idéia do pacto é criar uma  “experiência” de restrição nacional até o próximo domingo (14), para que o país possa “barrar o coronavírus”.

“Não adianta o meu estado fazer e outro não fazer. Isso é o que chamei de ‘enxugar gelo’, ou seja, a transmissibilidade tem que ser cortada nacionalmente. É claro que o ideal é como fazem outros países, o poder central estar fazendo isso. Os Estados Unidos não faziam na época do Trump, mas estão fazendo agora com o Joe Biden”, disse Dias.

Hoje, o Brasil registra 265.500 óbitos com 1.054 mortes nas últimas 24 horas, segundo levantamento do consórcio de veículos de imprensa. A média móvel de mortes no Brasil nos últimos 7 dias chegou a 1.497, a maior desde o começo da pandemia.

Matéria com informações do portal G1.

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