Cotidiano

Posto aumentou R$ 0,15 na gasolina? Procon-MS alerta sobre preço abusivo

Com os aumentos constantes da Petrobras sobre o preço da gasolina e do diesel, os consumidores estão vendo o valor do combustível subir a cada semana nos postos de Mato Grosso do Sul, sendo encontrada acima dos R$ 5,50 em alguns locais, os clientes já não conseguem distinguir qual o preço correto e qual pode […]

Gabriel Neves Publicado em 03/03/2021, às 10h02 - Atualizado às 10h25

Consumidores devem ficar atentos aos aumentos praticados pelos postos. (Foto: Leonardo de França/Midiamax)
Consumidores devem ficar atentos aos aumentos praticados pelos postos. (Foto: Leonardo de França/Midiamax) - Consumidores devem ficar atentos aos aumentos praticados pelos postos. (Foto: Leonardo de França/Midiamax)

Com os aumentos constantes da Petrobras sobre o preço da gasolina e do diesel, os consumidores estão vendo o valor do combustível subir a cada semana nos postos de Mato Grosso do Sul, sendo encontrada acima dos R$ 5,50 em alguns locais, os clientes já não conseguem distinguir qual o preço correto e qual pode ser considerado abusivo.

O superintendente do Procon-MS (Superintendência para Orientação e Defesa do Consumidor), Marcelo Solomão, explicou ao Midiamax formas em que as pessoas podem avaliar se o valor cobrado no litro da gasolina ou no diesel é abusivo ou não.

“É difícil darmos um valor exato (do valor que deve ser cobrado), pois a Petrobras vem realizado ajustes constantes, mas a pessoas podem tomar alguns cuidados como por exemplo: Se o posto subir o preço do litro acima dos R$ 0,10 ou R$ 0,15 vale acionar o Procon-MS para que a gente possa averiguar”, explicou o superintendente.

Salomão também relembrou o caso do posto notificado após aumentar os valores três vezes no mesmo dia, dizendo ser uma prática que os consumidores devem “ficar de olho” e cabe realizar uma denúncia.

Apesar do quinto aumento em 2021, anunciado na segunda-feira (1°), de R$ 0,12 na gasolina e R$ 0,13 no diesel vendido as refinarias, já valido na terça-feira (2), o Sinpetro/MS (Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo e Lubrificantes MS) afirma ainda não ser possível mensurar o impacto desses reajustes.

Em nota, o sindicato disse que será necessário aguardar. “Como o mercado é de livre concorrência, cada revendedor tem seus custos diferentes de cada concorrente, vamos aguardar possivelmente até o fim dessa semana para se posicionar”, publicou o Sinpetro/MS em nota.

Serviço

Em caso de denuncia, qualquer pessoa pode entrar em contato com o Procon\MS através do 151 ou de forma presencial, no prédio do órgão das 07h até as 18h30, de segunda a sexta-feira.

Jornal Midiamax