Cotidiano

Na luta contra o câncer, Alexandre faz caricaturas para agradecer profissionais da Santa Casa

Paulista foi transferido para o hospital para tratar câncer no estômago

Karina Campos Publicado em 07/04/2021, às 10h30 - Atualizado às 10h40

Alexandre na luta contra câncer.
Alexandre na luta contra câncer. - (Foto: Divulgação/Santa Casa)

Mesmo passando por um momento difícil, lutando contra um câncer no estômago, Alexandre Campos Correa, de 40 anos, agradeceu os profissionais da Santa Casa de Campo Grande compartilhando desenhos e caricaturas durante sua passagem a unidade.

O técnico de farmácia, paulistano, mas sul-mato-grossense de coração, já saiu do hospital. Ele passou a sentir fortes dores no estômago. “Tive Covid-19, fui para UPA, durante meu tratamento comecei a sentir dores na barriga, e achei que era gastrite, mas após cinco dias fui transferido para o hospital com um quadro mais delicado. Recentemente, fui diagnosticado com câncer de estômago em estágio avançado”, contou.

Até mesmo fugir da Santa Casa e abandonar o tratamento paciente pensou, porém, recebeu o cuidado e orientação da equipe.  “Alguns médicos me viram chorando porque eu não sabia o que fazer, estava me preparando para essa situação da retirada total do estômago.  Então eu vi que a atenção que eu recebia das pessoas aqui dentro, com um bom dia, uma boa tarde, os gestos de carinho, estavam deixando mais forte o meu psicológico. Então, eu quis retribuir essa gentileza, mas de um jeito que a instituição agradecesse por mim esses profissionais. Por isso resolvi fazer esse agradecimento em forma de desenho”, relata.

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(Divulgação/Santa Casa)

Com um bloco de rascunho, ele soltou a imaginação e desenhou traços dos profissionais que o atenderam, com simplicidade e mensagens de agradecimento. Segundo a Santa Casa, os desenhos foram deixados nas caixas do serviço de Ouvidoria do hospital, Joice Ângelo do Nascimento, funcionária encontrou os bilhetinhos.

“Eu fiquei maravilhada quando descobri do que se tratava, pois, a princípio, achei que fosse alguma brincadeira, mas ao ler os bilhetes a gente se emociona”, comentou a analista administrativo.

Jornal Midiamax