Cotidiano

MS tem 101% de ocupação em leitos de UTI exclusivos para pacientes com covid

Com a rede hospitalar atendendo acima da capacidade de operação, Mato Grosso do Sul tem taxa de ocupação de 101% em leitos UTI (Unidade de Terapia Intensiva) para pacientes com covid na manhã desta terça-feira (30). Conforme dados repassados pelos hospitais e fornecidos pelo painel Mais Saúde, da SES (Secretaria  Estadual de Saúde), são 568 pacientes […]

Gabriel Maymone Publicado em 30/03/2021, às 09h00 - Atualizado às 14h17

Foto: Reprodução
Foto: Reprodução - Foto: Reprodução

Com a rede hospitalar atendendo acima da capacidade de operação, Mato Grosso do Sul tem taxa de ocupação de 101% em leitos UTI (Unidade de Terapia Intensiva) para pacientes com covid na manhã desta terça-feira (30).

Conforme dados repassados pelos hospitais e fornecidos pelo painel Mais Saúde, da SES (Secretaria  Estadual de Saúde), são 568 pacientes graves registrados para apenas 549 leitos disponíveis em hospitais. Apesar do alto índice de internação, o número de vagas foi ampliado recentemente, passando de 352 no início do mês para o número atual. Ou seja, foram 197 novas vagas abertas.

Em Campo Grande, a situação é mais delicada e a taxa de ocupação em UTIs exclusivas para pacientes covid chega a 103%, uma das mais altas do país, segundo a Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz).  O Painel Mais Saúde mostra que são 349 pacientes para 317 vagas.

A Capital também contou com ampliação de leitos esse mês, passando de 168 no início de março para os atuais 317 leitos existentes.

O HRMS (Hospital Regional de Mato Grosso do Sul) – referência para tratamento da covid pelo SUS – permanece em situação crítica. São 120 leitos críticos existentes, mas existem 13 pacientes internados de forma improvisada na ala vermelha do hospital, conforme boletim emitido na noite de segunda-feira (29).

Dourados também registrou alta na taxa de ocupação de leitos críticos para pacientes covid, passando de 85% na semana passada para 88% de internações nos 70 leitos existentes na rede hospitalar.

Três Lagoas permanece sem vagas UTI para tratamento da doença, assim como Corumbá.

Jornal Midiamax