Cotidiano

Motoristas de aplicativo novamente abastecem R$ 0,50 em Campo Grande contra preço dos combustíveis

Motoristas de aplicativo fizeram mais um protesto contra o aumento dos combustíveis em Campo Grande, na noite desta quarta-feira (03). “Mais um protesto dos motoristas de aplicativo contra o aumento dos combustíveis e a falta de reajuste nas tarifas dos aplicativos”, diz um motorista em vídeo nas redes sociais. Quem manifesta também pede o fim […]

Diego Alves Publicado em 03/03/2021, às 22h02 - Atualizado em 04/03/2021, às 08h53

Manifesto dos motoristas de aplicativo em Campo Grande (Via WhtsApp)
Manifesto dos motoristas de aplicativo em Campo Grande (Via WhtsApp) - Manifesto dos motoristas de aplicativo em Campo Grande (Via WhtsApp)

Motoristas de aplicativo fizeram mais um protesto contra o aumento dos combustíveis em Campo Grande, na noite desta quarta-feira (03). “Mais um protesto dos motoristas de aplicativo contra o aumento dos combustíveis e a falta de reajuste nas tarifas dos aplicativos”, diz um motorista em vídeo nas redes sociais.

Quem manifesta também pede o fim de outros dois aplicativos de transporte de passageiros que prestam o serviço com custo menor. Primeiro os motoristas abasteceram R$ 0,50, cada um, com pedido de nota fiscal, em um posto de gasolina em frente ao Shopping Campo Grande e, posteriormente,  entre 150 e 200 veículos seguiram em carreata com buzinaço pela Avenida Afonso Pena.

Só neste ano, a Petrobrás reajustou cinco vezes a gasolina. Atualmente o litro pode ser encontrado por até R$ 5,69 no Estado. A alta no preço dos combustíveis tem causado reflexos em diversos setores da economia.

Na última segunda-feira (01), motoristas de aplicativos já tinham feito o mesmo tipo de manifestação.Motoentregadores de Campo Grande também já realizaram protestos.

O consumo de gasolina pelos motoristas de Mato Grosso do Sul recuou 14,3% em janeiro deste ano, se comparado com o mesmo mês de 2020.A queda se consolida em meio a protestos contra a alíquota de ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) sobre o combustível no Estado, hoje em 30%, quinta mais alta do País.

Jornal Midiamax