Cotidiano

Em três meses, Vigilância Sanitária fiscalizou 34 escolas particulares em Campo Grande

Duas universidades também passaram por inspeção

Mylena Rocha Publicado em 06/04/2021, às 08h52

Com biossegurança, escolas particulares voltaram às aulas presenciais em setembro do ano passado.
Com biossegurança, escolas particulares voltaram às aulas presenciais em setembro do ano passado. - Ilustrativa/Henrique Arakaki

Desde o início do ano, a Vigilância Sanitária inspecionou 36 estabelecimentos de ensino em Campo Grande. De janeiro a março, foram 34 escolas particulares de ensino infantil e duas universidades vistoriadas na Capital. As equipes priorizam fazer a fiscalização em locais onde há reclamações de possíveis irregularidades, mas a responsabilidade de manter as normas de biossegurança são das próprias instituições. 

Depois de meses no ensino remoto, as escolas particulares de ensino infantil voltaram às aulas presenciais no mês de setembro do ano passado. Em seguida, as escolas com ensino médio também puderam retomar parcialmente a rotina. No período entre setembro e novembro de 2020, 191 escolas de ensino infantil foram inspecionadas pela Vigilância Sanitária na Capital. Mais quatro escolas particulares de ensino médio e quatro universidades também passaram por vistoria. 

Os alunos retornaram às aulas presenciais e iniciaram o ano letivo entre o final de janeiro e início de fevereiro desde ano nas escolas particulares da Capital. Porém, já houveram casos de escolas que suspenderam as aulas temporariamente neste ano, após registro de casos de coronavírus entre os funcionários. 

A Vigilância Sanitária de Campo Grande explica que não há dados sobre a quantidade de funcionários e alunos infectados pelo coronavírus nas escolas particulares. Conforme decreto, a instituição deve comunicar imediatamente a Sesau (Secretaria Municipal de Saúde). 

Além disso, também não há um controle sobre quantas escolas suspenderam temporariamente as aulas por conta da Covid-19, já que não é uma obrigatoriedade. Em caso de surtos de coronavírus entre alunos, a escola deve suspender as atividades da turma em que ocorreram os casos.

A Vigilância Municipal reforça que foi firmado um termo de compromisso entre as escolas e a Prefeitura, onde fica estabelecido o compromisso de manter as regras de biossegurança para conter a propagação do coronavírus. 

Jornal Midiamax