Cotidiano

Em jaraguari, PMA multa 3 homens em mais de 18 mil por exploração ilegal de madeira

No local, foram encontradas 50 árvores de grande porte derrubadas recentemente

Ranziel Oliveira Publicado em 08/04/2021, às 13h04

Madeira era explorada com motosserra
Madeira era explorada com motosserra - (Foto: Divulgação / PMA)

A PMA (Polícia Militar Ambiental) de Campo Grande autuou 3 homens em mais de R$ 18 mil por desmatamento ilegal, no município Jaraguari. O flagrante aconteceu durante a operação Prolepse, em uma distribuição de folders com objetivo de orientar, combater e prevenir incêndios. Durante os trabalhos, no Assentamento fazenda Jatobá, a equipe localizou uma área de exploração ilegal de madeira, nesta quarta-feira (7).

A equipe surpreendeu três homens que derrubavam árvores com uso de motosserras e, no momento da chegada dos Policiais, eles estavam carregando o material beneficiado em um caminhão. No local, foram encontrdas 50 árvores de grande porte derrubadas recentemente de algumas espécies, predominantemente da espécie angico, sem autorização ambiental. Também foram encontradas quatro motosserras que eram utilizadas no beneficiamento da madeira.

Foram apreendidos e recolhidos ao pátio do quartel da Polícia Militar Ambiental em Campo Grande: as motosserras, 30 palanques e 20 vigas, medindo 3,5 m³ e mais 17 palanques e 17 vigas, medindo 2 m³. A madeira era explorada no lote pertencente a mãe de um dos infratores, o qual iria realizar o comércio do material. A exploração era feita na mata, no local da derrubada das árvores. O infrator (51), residente no lote, foi autuado administrativamente e foi multado em R$ 16.000,00.

Os outros dois que ajudavam na exploração ilegal da madeira e eram proprietários das motosserras, ambos residentes em Campo Grande, um de 63, foi autuado administrativamente e foi multado em R$ 1.600,00 e o outro de 47 anos, foi autuado administrativamente e foi multado em R$ 1.000,00.

Os três responderão pelo crime ambiental de exploração ilegal de madeira, com pena prevista de seis meses a um ano de detenção, pela Lei de Crimes Ambientais (Lei Federal n° 9.605/12/2/1998).

Jornal Midiamax