Cotidiano

Durante pandemia e isolamento social, MS registrou 15% a menos de casos de dengue em 2020

A SES (Secretaria Estadual de Saúde) divulgou, nesta segunda-feira (11), um alerta para os moradores com os cuidados básicos que evitam a proliferação do mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya. Durante pandemia e isolamento social, Mato Grosso do Sul registrou 15% a menos de casos de dengue em 2020, comparado ao ano anterior. O […]

Karina Campos Publicado em 11/01/2021, às 17h33 - Atualizado em 12/01/2021, às 07h27

(Foto: Divulgação)
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A SES (Secretaria Estadual de Saúde) divulgou, nesta segunda-feira (11), um alerta para os moradores com os cuidados básicos que evitam a proliferação do mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya. Durante pandemia e isolamento social, Mato Grosso do Sul registrou 15% a menos de casos de dengue em 2020, comparado ao ano anterior.

O boletim epidemiológico da doença, o ano passado registrou 72.751 casos de dengue, enquanto em 2019 foram 85.643. Embora a redução, o Estado fechou o ano ocupando o segundo lugar no ranking nacional com maior incidência.

O município de maior incidência levando em consideração a cada 100 casos para 100 mil habitantes, São Gabriel do Oeste liderou o quadro das cidades do Estado. Em seguida está: Douradina, Novo Horizonte do Sul, Anaurilândia, Ponta Porã, Amambai, Jateí, Naviraí, Ladário e Glória de Dourados.

A orientação da secretaria é monitorar os focos com água parada. Tradicionalmente, janeiro registra chuvas rápidas, o que pode aumentar as chances de acúmulo de água em pequenos recipientes.

Outra dica de prevenção é usar roupas que minimizem a exposição da pele durante o dia e que proporcionem alguma proteção às picadas; repelentes e inseticidas também podem ser usados, seguindo as instruções do rótulo, sendo recomendado o uso também nas crianças; Mosquiteiros proporcionam boa proteção para aqueles que dormem durante o dia, como bebês, pessoas acamadas e trabalhadores noturnos.

“A comunidade deve estar atenta porque 80% dos reservatórios com proliferação estão nas casas das pessoas”, disse o secretário da pasta, Geraldo Resende.

Jornal Midiamax