Com exclusividade da Coronavac para o SUS, Campo Grande não descarta negociar com outros laboratórios

Ministério da Saúde afirmou que primeiras doses do Instituto Butantan serão exclusivas para compra do Governo Federal.

A Prefeitura Municipal de Campo Grande afirmou nesta segunda-feira (11) que não descarta negociar com outros laboratórios a aquisição de doses de vacinas contra a , como a de Oxford, em parceria com a Fiocruz (Instituto Oswaldo Cruz) e a da Pfizer, em aplicação no Reino Unido.

Em nota, a Sesau (Secretaria Municipal de Saúde) destacou que, momentaneamente, as tratativas estão mais avançadas com o Instituto Butantan. Porém, o Ministério da Saúde reafirmou, no último sábado (9), que todas as doses da vacina contra a , o novo coronavírus, produzidas pelo Instituto Butantan, devem ser exclusivamente importadas apara atender o SUS (Sistema Único de Saúde), adquiridas pelo .

“Ainda não houve a sinalização de quantas doses serão enviadas aos estados e municípios pelo Ministério da Saúde”, ressaltou a Sesau, por meio de nota.

Pelas redes sociais, no fim de dezembro do ano passado, o prefeito () havia explicado que o município solicitou cerca de 347.817 doses da imunização contra a doença. A quantidade seria dividida nos três primeiros meses de 2021, com prioridade aos profissionais de saúde que atuam na linha de frente de combate ao vírus, educadores e idosos.

Ainda segundo o ministério, técnicos e representantes do laboratório paulista já discutiram a incorporação da CoronaVac ao Plano Nacional de Operacionalização da Contra a .

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