Cotidiano

Barreiras sanitárias e mais ônibus: confira novas restrições em Campo Grande a partir de segunda

Em reunião neste sábado (6), a prefeitura de Campo Grande decidiu retomar restrições e medidas sanitárias para minimizar o avanço da pandemia de Covid-19, a partir de segunda-feira (8). Uma das principais medidas é retomar a campanha de orientação contra a doença causada pelo novo coronavírus. Na reunião, o prefeito Marquinhos Trad (PSD) determinou a […]

Adriel Mattos Publicado em 06/03/2021, às 15h18 - Atualizado em 07/03/2021, às 11h54

Reunião ocorreu nesta manhã no Paço Municipal. (Foto: Divulgação, PMCG)
Reunião ocorreu nesta manhã no Paço Municipal. (Foto: Divulgação, PMCG) - Reunião ocorreu nesta manhã no Paço Municipal. (Foto: Divulgação, PMCG)

Em reunião neste sábado (6), a prefeitura de Campo Grande decidiu retomar restrições e medidas sanitárias para minimizar o avanço da pandemia de Covid-19, a partir de segunda-feira (8). Uma das principais medidas é retomar a campanha de orientação contra a doença causada pelo novo coronavírus.

Na reunião, o prefeito Marquinhos Trad (PSD) determinou a abertura de 20 novos leitos de UTI (Unidade de Terapia Intensiva) para se somar às 283 vagas disponíveis no SUS (Sistema Único de Saúde) contratados em hospitais públicos, privados e filantrópicos. As barreiras sanitárias, criadas no ano passado, serão retomadas.

O número de ônibus do transporte coletivo também deverá ser ampliado, principalmente em horários de pico, com objetivo de minimizar os problemas com lotação e eventuais aglomerações. A ocupação atual está  em 70% (setenta por cento) da capacidade máxima permitida.

“Essa é uma preocupação necessária com nossa população. Temos que viabilizar uma forma de minimizar os transtornos a quem precisa utilizar o transporte coletivo e muitas vezes não encontra condições adequadas”, declarou Marquinhos.

Ao Jornal Midiamax, o secretário municipal de Saúde, José Mauro de Castro Filho, assegurou que a Capital ainda tem leitos disponíveis. “Temos 91% das vagas públicas ocupadas, nos privados estão ocupados em torno de 88% e naqueles contratualizados, há 85% de ocupação”, elencou.

Castro Filho disse que essas são as medidas possíveis no momento. “Se dependesse só da Saúde, fechava tudo por 15 dias. Mas essa não é uma possibilidade, tem que ser uma decisão de todos os secretários”, explicou.

Jornal Midiamax