Cotidiano

Ainda superlotado, PAM do HU segue fechado para atendimento de novos pacientes

O setor do PAM (Pronto Atendimento Médico) adulto, do Humap (Hospital Universitário Maria Aparecida Pedrossian), em Campo Grande, continua com os atendimentos suspensos para novos pacientes em situação grave, nesta terça-feira (2), por conta da superlotação de pessoas na área vermelha. De acordo com a assessoria do hospital, a situação não sofreu alteração. As salas […]

Karina Campos Publicado em 02/03/2021, às 08h52 - Atualizado às 10h23

Funcionários foram orientados a repassar informação para pessoas e até ambulâncias (Foto: Arquivo/Midiamax)
Funcionários foram orientados a repassar informação para pessoas e até ambulâncias (Foto: Arquivo/Midiamax) - Funcionários foram orientados a repassar informação para pessoas e até ambulâncias (Foto: Arquivo/Midiamax)

O setor do PAM (Pronto Atendimento Médico) adulto, do Humap (Hospital Universitário Maria Aparecida Pedrossian), em Campo Grande, continua com os atendimentos suspensos para novos pacientes em situação grave, nesta terça-feira (2), por conta da superlotação de pessoas na área vermelha.

De acordo com a assessoria do hospital, a situação não sofreu alteração. As salas da área vermelha e corretores do setor estão o dobro de pacientes, acima da normalidade e capacidade de atendimento dos servidores.

Desde sexta-feira (26), a unidade suspendeu o PAM, orientando funcionários a não aceitar novos atendimento. Conforme o ofício, mesmo com o fechamento parcial, a regulação continuava enviando novos pacientes, acima da capacidade, que seria contratualidade, com as secretarias de saúde.

“Se não fazemos o fechamento parcial, macas do Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência), podem ficar retidas, porque não temos muitos leitos sobressalentes além da nossa capacidade”, comunicou.

Ainda segundo o Humap, os setores há seis leitos e ocupavam 12 pessoas, nesta segunda-feira (1°). Na área verde e amarela, a unidade continua recebendo normalmente novos pacientes. À medida que os leitos forem desocupados, a Central de Regulação, da Sesau (Secretaria Municipal de Saúde), será avisada.

Os atendimentos de faixa amarela e verde, além dos de maternidade, continuam normalmente e não sofrerem alteração.

Jornal Midiamax