Prefeitura inicia entrega de primeiras câmaras frias para armazenar vacinas

Foram distribuídos 15 equipamentos em unidades de saúde de Campo Grande

A prefeitura de Campo Grande começou a entregar, nesta terça-feira (1°) a primeira remessa de câmaras frias para armazenar e conservar doses de vacinas. Foram distribuídos 15 equipamentos em unidades de saúde.

Conforme o município, o objetivo é manter o controle da temperatura ambiental e evitar a perda de doses com possíveis contratempos. Ao todo foram adquiridos 60 equipamentos para saúde.

As USFs (Unidades de Saúde da Família) que receberam as câmaras foram as dos bairros Paradiso, Marabá e José Tavares, Zé Pereira, Aero Itália e Serradinho. Serão contempladas ainda, conforme cronograma pré-estabelecido pela (Secretaria Municipal de Saúde), as seguintes unidades: Vila Cox, Anhandui, Mario Covas,Paulo Coelho, , Vila Carvalho, Maria Aparecida Pedrossian, Portal Caiobá, e Jardim Artartica.

Segundo o secretário da pasta, José Mauro Filho, os novos equipamentos vão suprir a necessidade dos postos que não tem geladeira ou locais de armazenamento frio, que permite assegurar a vida útil da vacina.

“Pequenas variações de temperatura que ocorrem frequentemente em geladeiras domésticas podem comprometer a eficácia dos biológicos, arriscando a perda de milhares de reais em conteúdo valioso. Por isso, a importância do investimento em um equipamento como este, que nos dá mais segurança e evita que tenhamos problemas”, explica.

Com alta tecnologia, o equipamento possui termômetro digital com subdivisão de leituras das temperaturas máxima e mínima diretamente e simultaneamente no mesmo display, que são memorizadas mesmo com o desligamento da câmara e reinício manual, além de sistema eletrônico de travamento que evita alterações inadvertidamente na programação e de monitorização automático de rede, restabelecendo os parâmetros de programação caso ocorra uma variação brusca de energia elétrica.

“ Esse tipo de equipamento nos permite ainda saber quanto há uma oscilação de energia na rede e é munido de um sistema de manutenção de temperatura crítica em caso de elétrica, garantindo por bloco de material criogênico, além de um sistema de emergência para autonomia de até 48h na elétrica”, finaliza.

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