Isolamento contra coronavírus despenca e casos disparam em MS: 34 estão internados

Secretaria de Saúde alerta para distância social e uso de máscaras

Com cerca de 50 casos positivos por dia nesta semana em Mato Grosso do Sul para o novo coronavírus, a SES (Secretaria de Estado de Saúde) alertou nesta sexta-feira (22) que subiu para 34 o número de internados no Estado com a doença. O número preocupa as autoridades, que chamam a atenção da população para a higienização das mãos, uso de máscaras e permanência de mais de 2 metros de distância das pessoas nas ruas.

São 24 pessoas internadas em leitos clínicos e 10 em UTIs (Unidades de Terapia Intensiva). “A gente vê em todos os lugares de Campo Grande o aumento no descuido. Muita gente na rua, andando perto, e sem máscara. Lógico que vão crescer o número de casos. Se não está trabalhando, saindo para uma emergência, por favor, fiquem em casa”, disse o secretário de Governo nesta sexta durante a transmissão do boletim da .

Secretário de Estado de Saúde, alerta que a população precisa fazer a sua parte e que os leitos de UTI podem se esgotar em velocidade assustadora. “Nós estamos equipando os hospitais, mas cidades como Guia Lopes da Laguna, por exemplo, que vive um surto, não tem nem 50% de isolamento. Tem que ter no mínimo 70% para os casos começarem a baixar”, criticou.

Nesta sexta, são 805 novos casos do coronavírus em Mato Grosso do Sul, com 487 pessoas em isolamento domiciliar, 269 recuperadas e 17 mortes. Existem, ainda, 697 casos em encerramento nos municípios, ou seja, que ainda precisam ser lançados na base de dados do governo. Com isso, o número de infectados de MS pode ser ainda maior. Outras 379 pessoas aguardam o resultado dos exames.

Mesmo que Mato Grosso do Sul seja o Estado brasileiro com menor incidência de casos, é preciso seguir atento, mantendo distância social, lavando as mãos constantemente e usando máscaras nas ruas. Sempre que possível, é preferível ficar em casa porque cerca de 60% dos portadores do não tem nenhum sintoma, mas podem contaminar outras pessoas, principalmente idosos, complicando a saúde dos mais vulneráveis, que podem chegar a óbito após serem contaminados.

 

 

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