Energia solar: MS supera produção de distribuição e é 10º em ranking nacional

O estado ocupa o décimo primeiro lugar no ranking de energia solar no Brasil

atingiu a marca de 102 MW de potência instalada em geração distribuída de energia elétrica, isso é, geração de energia renovável para consumo próprio em instalações residenciais, comerciais e industriais.

De acordo com os dados da Absolar (Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica), estão em operação no Estado 8,5 mil sistemas abastecendo 78 municípios do estado. ocupa o décimo primeiro lugar no ranking de FV na GD e, com os dados, já soma 10.559 consumidores que conseguem economizar na conta de luz.

Hewerton Martins, CEO da Solar Energy, explicou que quando um morador opta pela , moradores ao redor acabam se beneficiando também.

” Quando o morador escolher gerar , ele está evitando o uso de termoelétricas de carvão e petróleo e economizando diretamente nas bandeiras tarifárias, economizando na conta de luz. Quando ele faz isso, ele ajuda todo mundo, inclusive quem não tem , ele reduz a energia do vizinho”, disse.

Martins pontua que ao optar pela , o morador evita o uso de energia de usinas distantes e que quando se usa energia próxima, isso reflete na economia. “O sul-mato-grossense está optando pela por questões financeiras e também ambiental. Ao atingir essa marca, é um sinal de que estamos no caminho de geração de empregos e renda em muitos municípios”, pontuou.

Apesar da marca conquistada em MS, o índice ainda representa apenas 1% de toda a energia gerada no estado. “É pouco em relação a capacidade produtiva de de MS”, finalizou.

Midiamax é pioneiro

Em setembro de 2019, o Jornal Midiamax assinou o primeiro contrato de operação da linha FUNDO CLIMA  operado pelo BRDE em parceria com a Uniprime no . O recurso do FUNDO CLIMA é destinado a financiar projetos de  fotovoltaica.

Midiamax se comprometeu em produzir a energia a ser consumida na sede da empresa e painéis de LED instalados Campo Grande e Dourados, e se consolidou como o primeiro veículo de comunicação de a usar .

A implementação do sistema de  se deu por meio do Fundo Clima, que possibilitará a compra e instalação da usina . O objetivo foi contribuir na mudança dos métodos de produção com origem em termoelétricas e gerar menos impacto no meio ambiente produzindo energia limpa.

Desafios da

Embora ofereça muitos benefícios aos consumidores, a geração distribuída enfrenta desafio para se consolidar no País. A proposta de revisão da Resolução Normativa nº 482, que regulamenta os créditos em energia que são obtidos pelos consumidores. Se for aprovada, a revisão da proposta pela Agência Nacional e (), o consumidor poderá receber de volta apenas 37% da energia produzida por ele e injetada na rede.

Em contrapartida, foi apresentado na semana passada o Código Brasileiro de , com um capítulo inteiro dedicado a uma proposta mais equilibrada para regulamentar a geração distribuída, elaborado com apoio técnico da ABGD e outras entidades.

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