Marquinhos dispara contra proposta de lockdown: ‘6 meses de prevenção contra o vírus’

Para o prefeito, bastava um diálogo antes de qualquer judicialização para implantar a medida na Capital

Após a audiência desta sexta-feira (7) entre  de Mato Grosso do Sul e Prefeitura de Campo Grande, a fim de discutir a aplicação de um  no município como forma de conter o avanço da pandemia de coronavírus, que terminou sem acordo, o prefeito (PSD) disse que o Município vem trabalhado durante os seis meses para combater o vírus.

O prefeito conversou com a imprensa no final da audiência e disse estar surpreso com a recomendação da . “Primeiro a gente vê como surpresa essa judicialização. Porque durante seis meses de combate ao coronavírus, nós nunca recebemos uma visita da defensoria pública e nem um pedido de colaboração ou parceria”, disse.

Para o prefeito, a solução seria , antes de qualquer medida judicial, dialogar. “Acredito que era só ter sentado, conversado para encontrar o que eles imaginam o que esteja ocorrendo. Em seis meses de prevenção, eis que surge a Defensoria”, finalizou.

De acordo com o defensor público, Fábio Rombi, o ideal para Campo Grande seria um total de 80% a 84,9% de leitos ocupados, o que não acontece atualmente. No entanto, o prefeito rebateu, afirmando que a Capital tem capacidade de ter mais leitos e que atualmente muitos estão vazios.

Ao final da sessão, o juiz José Henrique Neiva de Carvalho e Silva, em substituição na 1ª Vara de Direitos Difusos, Coletivos e Individuais Homogêneos de Campo Grande, disse que o Município e a Defensoria devem permanecer dialogando para chegar a um acordo.

“Audiência termina sem conciliação e o diálogo deve continuar, o que a Prefeitura não está propondo isso”, finalizou o juiz.

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