Fácil evitar? Álcool em gel, água sanitária e até sabão podem matar coronavírus

Pesquisas apontam que vírus pode sobreviver até 9 dias em ambientes

A investigação de um caso suspeito do novo coronavírus (SARS-CoV2, causador da CoVid-19) em Mato grosso do Sul deixou as pessoas em alerta para os mecanismos de prevenção para caso da doença se espalhar pelo Estado. Basicamente, a prevenção ao coronavírus pode ser feito com a adoção de hábitos de higiene, principalmente pela limpeza das mãos, tanto com álcool em gel, como com sabão ou sabonete comum e água, com ensaboamento por no mínimo 20 segundos.

Mas, como fica a limpeza de superfícies onde os vírus podem ficar impregnados caso alguém espirre sem o devido cuidado de proteger as vias respiratórias com as mãos? As evidências científicas indicam que vírus similares ao novo coronavírus podem persistir vários dias em superfícies.

Várias pesquisas, inclusive uma recentemente publicada no periódico científico Journal of Hospital Infection, sugerem que vírus semelhantes ao SARS-CoV2 podem permanecer infecciosos por um período de 2 horas até nove dias em ambientes, a depender da temperatura. Daí a importância da higienização das superfícies.

Para isso, portanto, produtos de limpeza que existem em toda residência são capazes de manter o ambiente minimamente limpo e se mostraram eficazes caso seja realizado o correto manuseio – o que pode ser conferido nas instruções de uso cada produto.

Segundo a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), podem ser usados desde o já conhecido álcool em gel, mas também o álcool hidratado 70%, a água sanitária e a clássica combinação entre água e sabão.

No caso de hospitais, onde os pacientes podem até mesmo ficar em isolamento por vários dias, o protocolo de limpeza é mais rigoroso.

Porém, em residências, a limpeza de superfícies que são constantemente tocadas, como maçanetas, pias, torneiras, janelas, controles remotos e até mesmo telefones celulares pode ser feita com um pano limpo embebido de uma dessas substâncias – preferencialmente o álcool, que mostrou-se capaz de desinfectar superfícies com rapidez.

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