Crianças são 2,8% dos infectados em MS, mas pais não devem subestimar o coronavírus

Estudos indicam que eles transmitem o vírus e podem ter complicações

O novo coronavírus, causador da , tem efeito devastador na saúde, principalmente de idosos e de portadores de doenças crônicas. Por outro lado, as crianças são as menos afetadas pela doença, representando apenas 2,8% do total de infectados em .

Os pequeninos também são menos afetados em relação à gravidade. Até o boletim divulgado na sexta-feira (10), nenhum leito clínico ou UTI (Unidade de Terapia Intensiva) pediátricos estavam ocupados com suspeitas de pelo SUS (Sistema Único de Saúde).

Dos 12.261 casos confirmados até a última atualização, apenas 354 estão na faixa etária de 0 a 9 anos, o que representa 2,8% do total. Entre os que tem idade entre 10 e 19 anos, são 609 positivos (4,96%). Por outro lado, com maior número de confirmados estão os adultos com idade entre 30 e 39 anos, com 3.366 doentes (27,4%).

Ainda não há uma resposta concreta do porquê as crianças são menos afetadas pela doença. Especialistas acreditam que uma das principais razões apontadas é que as crianças naturalmente apresentam, em suas células, uma quantidade bem menor de receptores para o coronavírus do que os mais velhos.

Entretanto, os cuidados com os pequenos devem ser tão rigorosos quanto com qualquer outro. Apesar de ainda não haver um consenso científico, as crianças podem, sim, funcionar como vetores e passar o vírus a seus parentes e adultos próximos.

A recomendação da OMS (Organização Mundial de Saúde) á para que, mesmo que menos afetadas, as crianças se mantenham distantes dos idosos — ou evitem ao máximo ter contato com eles.

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